Latinos famosos

Discord de Anuel AA

2020.11.06 15:12 Temporary_Fly9175 Discord de Anuel AA

He creado un servidor dedicado al famoso rapero latino Anuel AA. Está lleno de contenido interesante relacionado a él y estaré colocando actualizaciones relacionadas a su carrera musical. GRACIAS! https://discord.gg/s6WT8zyggH
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2020.08.13 13:06 R_DiasOficial Um Resumo Histórico dos Candidatos Presidenciais Democratas

"O partido dos pobres e oprimidos escolhe pessoas ricas e opressoras para a presidência."

Kamala Devi Harris. 55 anos. É polícia desde 1990 e está em posição de poder político desde 2003.

Eleger uma pessoa que pertence às forças polícias na altura em que as tensões raciais estão no seu pico não foi a melhor decisão do partido democrata. Ao contrário do consenso geral, ao longo dos anos a Kamala Harris veio a revelar ser o estereótipo perfeito de um polícia que abusa do seu poder, o que agrava um pouco a situação. É a mulher que mantinha os prisioneiros por um tempo superior ao das suas sentenças para obter mão-de-obra barata, e que prendia os pais das crianças que faltam as aulas, e ainda se ria na cara deles.
É uma pessoa que sempre defendeu ideias políticas controversas como o aborto até o parto, a pena de morte, baixar a idade de voto para 16 anos, ou a Affirmitive Action (uma política de discriminação racial que permite que pessoas Afro-Americanas possam entrar na universidade com notas inferiores à de pessoas brancas, enquanto que os Asiáticos precisam de ter notas superiores à de pessoas brancas. Ao contrário do que parece à primeira vista, esta medida veio contribuir negativamente na comunidade Afro-Americana).
É, também, uma mulher meia Indiana e meia Jamaicana, porém quando é convincente passa por Afro-Americana. Isto torna-se ainda mais controverso uma vez que certamente que beneficiou da escravatura praticada pelos seus antepassados, como o pai dela tanto se gosta de gabar. (É engraçado o facto de o Snopes classificar isto como "unverified". Bastava irem perguntar ao pai dela que ele não teria problema nenhum em confirmar, mas isso iria contra a narrativa... )
Também foi apanhada várias vezes a fingir ser alguém que não é, de modo a apelar aos votos de uma certa demografia. Por exemplo quando disse que fumava erva a ouvir o Snopp Dogg e o 2Pac enquanto andava na faculdade, porém nessa altura eles não existiam. Ou quando disse que o 2Pac era o seu rapper favorito vivo.

Joseph Robinette Biden. 77 anos. Está numa posição de poder político desde 1969 (ou desde 1840, segundo ele) e possui o apoio eleitoral da China, do Irão, do Bin Laden e de supremacistas brancos.

Tal como a Kamala, o seu passado também não é muito animador.
É mais conhecido pela sua War on Drugs que contribuiu para o encarceramento em massa de Afro-Americanos por cometerem pequenas infrações relacionadas com drogas. Ou então por ter fundado uma caridade de investigação para o cancro que, apesar de ter angariado milhões de dólares, não gastou nem um cêntimo em investigação.
Também é muito famoso por, de vez em quando, dizer frases do tipo:
É ainda o homem que, por mais irónico que seja, declarou Donald Trump como o primeiro presidente racista. Olhando para o passado do Biden, não será errado concluir que ele deve considerar os presidentes que possuíam escravos como "não racistas".
O seu historial cognitivo também não é dos melhores. Diz estar com pessoas que nunca esteve, em locais que não existem, a fazer coisas que não fez.
Tem acesso às perguntas antes das entrevistas e inclusive lê as respostas a partir de um teleponto. (Exemplo 1); (Exemplo 2); (Exemplo 3); (Exemplo 4); (Exemplo 5); (Exemplo 6)
Mas quando não tem diz que escolhem a verdade em vez dos factos, seja lá o que isso quer dizer. Confunde a mulher com a irmã. Cria frases sem qualquer sentido. Afirma que sempre foi contra a NAFTA, mas há provas de que votou a favor.. Mete o despacito a tocar no seu iPhone e põem-se a dancar num evento de hispânicos para combater o facto de eles apoiarem, maioritariamente, o Donald Trump. Num momento diz que está constantemente a realizar testes cognitivos, no outro diz que nunca fez um teste desse tipo e pergunta ao entrevistador Afro-Americano se ele é algum drogado viciado em cocaína.
Tem um problema com números: Diz que já morreram 120 milhões de pessoas nos EUA por COVID e recentemente corrigiu para 200 milhões, dos quais 6000 eram militares (quando o número verdadeiro é 7) e que metade da população norte americana foi morta por armas.
E depois também há o problema que ele tem de cheirar o cabelo, tocar de forma inapropriada e beijar mulheres na boca sem o seu consentimento. Uma dessas mulheres é a sua neta adolescente e as restantes são outras crianças que ele não conhece de lado nenhum.
Possui um caso de violação pendente, e inclusive a candidata a vice presidente, Kamala Harris, afirmou que acredita nas vítimas do Biden.
Por fim, ambos os candidatos democratas apoiam e apelidaram as manifestações que levaram a mais de 20 mortes, 900 ferimentos e mil milhões de dólares em danos como "protestos pacíficos" e andam a pagar para libertar esses criminosos (inclusive libertaram um pedófilo que penetrou uma criança).

Este post é apenas um pequeno excerto do passado destas pessoas. Com um pouco mais de investigação, é possível encontrar inúmeros outros fatores.

Obs: Decidi falar sobre a Kamala Harris em primeiro lugar uma vez que se o Donald Trump perder as eleições de 2020, quem irá ser o Presidente vai ser ela, e não o Joe Biden. Ele é o cadáver andante que o partido democrata está desejoso de se ver livre, assim que já não precisarem de o usar.
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2020.07.28 02:06 tejada9921 Los 30 artistas latinos que más dinero ganan Son talentosos, populares, guapos, y como si fuera poco, inmensamente ricos. A continuación conoceremos a los famosos hispanos más acaudalados del mundo del espectáculo en la actualidad.

Los 30 artistas latinos que más dinero ganan Son talentosos, populares, guapos, y como si fuera poco, inmensamente ricos. A continuación conoceremos a los famosos hispanos más acaudalados del mundo del espectáculo en la actualidad. submitted by tejada9921 to YoutubeEspanol [link] [comments]


2020.07.25 21:20 25Julenergetic Long White Hair Male Po-rn

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2020.07.06 22:35 cincsegons ¿Alguien más odia a Blippi?

Para quien mo le conozca, decir que es uno de los youtubers de contenido infantil más famosos del mundo. Con unos ingresos mensuales millonarios.
A mi hijo de 4 años le encanta pero mi mujer y yo ya le odiamos.
Es estridente y molesto, especialmente los vídeos doblados en Latino que le aporta un plus más de odiabilidad.
Además, es la viva imagen de Krusty: merchandising de todo lo que se le pasa por la cabeza; conciertos a los que manda su versión “kresta el payaso” mientras él se forra tocándose los huevos en casa y un notable desinterés/antipatía en el trato con los niños (solo hay que ver sus vídeos).
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2020.05.14 08:26 ldanyboy Nobody no les recuerda a alguien muy famoso en la historia del rap latino?

Nobody no les recuerda a alguien muy famoso en la historia del rap latino? submitted by ldanyboy to batallasderap [link] [comments]


2020.04.29 10:06 robo-bonobo "Intermediate Purgatory": Mi lucha por escapar. I listed some of my tips below, and would appreciate some general feedback or discussion on what others do in their pursuit towards fluency.

Desde la cuarentena, sigo estudiando más seriamente. Algunos de lo que estoy haciendo:
-Dos horas de iTalki cada semana con una profesora nativa (esto me ha mejorado mucho debido a la enseñanza personal, los deberes, y especialmente los profundos oportunidades de hablar en voz alta en una manera muy espontánea)
-Lecturas en español. Cuando leo, intento de recitar en voz alta también para practicar mi pronunciación y acento. He leído libros progresivos por estudiantes escrito por Juan Fernández (un escritor recomedado en el sidebar si recuerdo correctamente). Después de terminando sus libros, la verdad es que creo que otras lecturas que estoy leyendo son mucho más difícil como Diario de Anna Franka, El Princepito (leo este corto mientras escuchando a un audiobook), y artículos en revistas (side note: me cansa de los muchísimos artículos acerca del virus...). Me parece que había un gap entre los libros que leía en el mes pasado y cuales que estoy leyendo ahora porque es más difícil en este momento. Pero vale..
-Varias playlists de canciones en español por diferentes géneros (como lo que tengo en inglés). Por lo tanto, tengo más ganas de escuchar a música en español y es mucho más fácil de encontrar canciones en mi celular. Escucho a estas canciones cuando estoy relajando, estoy bañándome, andando en paseo, y los toco en el fondo (como background music) cuando estoy haciendo los quehaceres en la casa. Cuando estoy extremadamente aburrido, traduzca canciones en español a inglés, y también en la otra dirección, traduciría canciones en inglés a español.
-Miro varios programas en español (hay una aplicación que uso para tener subtítulos en los dos español y inglés pero se me olvido lo que es, lo siento). Los recomiendo que miren shows en español como: La Casa de Papel, Élite, La Casa de Flores, Club de Cuervos, El Vecino, Nailed it:. Y también cuando pueda, miro mis programas favoritos en Inglés con subtítulos en español o trato de mirar programas con personajes latinos como One Day at a Time, Jane the Virgin, Genfefied, etc. También abundan videos en español en YouTube. Bromo que también hay muchos pornos en español. No sé si bromas como esto es prohibido en este subreddit oops.
-Repaso Anki por lo menos 20 minutos cada día. Al principio de estudiar español, utilicé Quizlet pero me mudé a Anki hace dos meses y entre los dos, definicamente los recomiendo Anki. Organizo lo que pongo en Anki en hojas de Excel con todo de mi vocabulario y trato de añadir nuevas palabras allí cada otra semana con las palabras que aprendo en los distintos recursos que ya mencioné.
-Seguir nativos en la red social, como famosos, meme accounts, cuentas educativas, y más para diversificar lo que veo por el día y para aprender expresiones coloquiales y como hispanohablantes hablen en línea.
-Últimamente, empecé a utilizar HelloTalk otra vez pero no he tenido muchas experiencias positivas con esta aplicación. He conocido personas que me hacían incómodo porque quieren parejas para una relación o a veces hay gente que solo quiere ayuda con las tareas, etc. Pero también hay buenas oportunidades en HelloTalk. Tenía más éxito cuando subir redacciones cortas para recibir correcciones.
P. S. Quiero añadir que me di cuenta de que es importante que trate de mirar recursos de distintas regiones para aprender diferentes acentos!
Also, sorry for all my inevitable grammatical errors, but I wanted to practice my Spanish while reflecting on my current learning. Thank you for this sub's on-going support.
Mensajenme si quieren hablar un poco con alguien :)
submitted by robo-bonobo to Spanish [link] [comments]


2020.04.26 06:04 DanteNathanael Sal de Amanecer - Parte 1: Capítulo I.1

Así termina el día: el reloj da la última hora sobre su circunferencia y reinicia, pero él, reflejado en el centro, lo único que puede ver es cuánto tiempo ha perdido.
Detrás del vidrio circular, vector mayor y menor del tiempo apuntan rectos hacía el opaco cielo. Desfigurados claustros posthervoreos avanzan lentamente en fila bajo la fría atmosfera de las ultimas suelas anuales de Leo. En las sonrisas de luna que logran aparecer de vez en cuando entre las grietas de la troposfera, se puede oler el petricor proveniente de la naciente Aura, cortesía de la recién bautizada Katia, vanidosa hija del vórtice tropical buscando la manera de tragarse en sus cabellos efluentes la luz del Sol, para escupirla fría, difuminada y obscura—Coyolxauhqui en el reino de Tonatiuh, imponiendo desde el ojo de su vientre atmosferas extranjeras con apocalipsis en mente, despertadores para los oxidados engranajes del mecanismo tectónico.
Debajo de todo, por fin arriba, él espera . . . no hay nada, ni tampoco ha llegado a su cuerpo. Cierra los ojos por pequeños lapsos que culminan en un esfuerzo por mantenerse despierto cambiando de posición, solamente para cerrarlos otra vez y hacerlo de nuevo. La noche cae en el horizonte lentamente, el invisible manto de estrellas moviéndose silenciosa mientras los sifones oculares, pupilas negro esterlino, llevan esa luz que hace posible verlos al reino de la inconsciencia, la promesa de vida progresivamente desvaneciéndose estrella a estrella, bulbo a bulbo, interruptor a interruptor. La cantidad de silencios a su alrededor crecen, los pasos del Sueño cada vez más audibles juntos con las campanitas llenas de almas chocando entre si paso a paso . . . el deseo de pertenecer a ellos aumenta, pero el brillo cuadrangular pide un poco mas de compañía. Y con un largo bostezo Somnolencia llega, y con ella . . .
. . . llega un bólido balido expulsado del interior de alguna casa vecina, atraído por la fina influencia de sus oídos. Refunfuña tal Caguamo, meneando la cabeza exhalando frustración en torrentes sincopados a las flautas tocadas por el viento entre árboles, edificios y telarañas de cobré y PVC. Deseando reanudar su ritual con ella, quién ya ha vuelto a la seguridad de las sombras, sin saber a estas alturas de su vida una manera constante de atraerla de nuevo cuando quisiera, y sin una vibración reciente en su mano, comienza a platicar con Caguamo, como ya es costumbre, que lo espera, con un poco de frío, en la base de la plegable escalera de aluminio que uso para subir a la azotea.
"¿Qué piensas de las ovejas, 'Wamo?"
"¡Aarf! Ggrarf, arf aarf raff . . . Raf."
"Claro, si son deliciosas, ¿pero alguna vez has visto una?—viva, no en carnitas, digo—no te parecen un tanto, no sé, ¿estúpidas? ¿inocentes?"
Caguamo levanta su rostro confundido, pequeños aglomerados de hielo hay en sus bigotes, hacia su dirección. No había comentado nada sobre su sabor . . . pero claro que lo amaba. El olor característico de un domingo, con todo y sus meteorológicos tintes religiosos, volviendo el aire más pesado, difractando la luz en un espectro más cálido, colores para algunos hogareño, que llenaría sus corazones de calor con tan solo recordarlos, pero para otros el más simple y doloroso indicador de su soledad. . . . Para nada. Caguamo compartía con su compatriota humano el dolor auditivo que era aquella nueva inquilina, con la furia propia de un chihuahua.
Dentro de las sombras, el panorama cae. Los antenados, cableados y apilados bloques negros del horizonte pronto y lejano, melenas construidas de borrosos aluzamientos y brillantes bocas poligonales adornando las caras de planas obscuridades, caen hacia arriba, inversa gravedad circadiana del profundo y fluido negro que ella ha derramado con un beso entre la superficie de sus ojos y el anverso de sus párpados. Al chocar con las magmoides nubes prekatianas liberan paquetes electromagnéticos atrapados en altas estacas de acero, vibrando al llegar a su celular, movimiento periódico que quizás no en fuerza, pero si en ritmo, es indistinguible del rebote asiento-trasero del puñado de pasajeros sentados en el metro. Todos, despiertos o no, recorren alabeadas e invisibles guías al destino de siempre . . . ¿Por qué habrían de dudarlo? En la ceguera impuesta por la subterraneidad (que dos días antes había celebrado su cuadragésimo octavo cumpleaños) las sensibilidades autogeolocalizadoras necesarias para notar que efectivamente, así como al dormir, flotando en los vientres del Sueño, el rumbo, el final, habían cambiado bruscamente por capricho de Alea, eran inmensamente escasas. Dormidos a la mitad, tan cerca y tan lejos de descansar en paz, frunciendo seños, formando sonrisas, asfixiándose a efecto retardado es su apilación horizontal, son llevados a un lugar que reconocen como el mismo, pero que no podría estar más lejos de serlo.
Las ofrendas de todos los alabastrones presentes se alzan hacía los ventiladores negros.. El sonido generado por el vórtice es solamente audible cuando el metro se paraliza en miedo, junto con todos adentro. Buscan quedarse callados, el más mínimo sonido puede ser malinterpretado. La respiración disminuye, las lenguas paran de moverse en sus cavidades bucales, los audífonos empiezan a susurrar, aquella comezón debe de esperar . . . ¿esa luz estaba parpadeando cuando subí? La obscuridad del túnel empieza a multiplicarse, extendiendo su cuerpo en contra de las ventanas, crujiendo, vibrando . . . nadie parece notarlo, pero, pero, lo oyen, ¿no? Cada vez todo se hace más fuerte. . . . Es . . . no no, solo es el reflejo de sus audífonos en la ventana. Ja. Juré que era un rostro afuera de la ventana . . . está dentro, ¿no? ammm, no . . . algo definitivamente se acerca . . . viene de muy lejos, corriendo por el túnel, trayendolo consigo . . . si, los oigo, oigo sus dientes castañeando de hambre, deletreando mi nombre en sus estómagos. . . . Aquí vienen. . . . Un gran borrón naranja pasa hecho la Mocha por las ventanas, silbando crujiendo, cientos de siluetas difuminadas entre si derritiéndose por la velocidad en la obscuridad de su anonimato . . . nada fuera de lo usual. Mira todo pasar, suspirando en alivio. Vuelve a cerrar los ojos. Por lo menos hasta que oye el rechinido de los frenos. Cara a cara, no se atreve ni a ver los reflejos que piden un poquito de sus ojos, una mordida visual, un grito inaudible clamando por digestión cerebral . . . siente que algo se abre paso sobre el mar capilar, sale por la ventana y aterriza en el techo con un estrudendo. Lo único que puede oír es el ventilador succionando sobre al aire que exhala pesadamente. Sudor empieza a ser secretado, el calor aumenta hasta que algo sobre ella empieza a decir, un susurro encantador, un gran siseo, mientras todo yace unánime y petrificado, "Si recuerdas qué es la luz al final del túnel, ¿no?" Ella no responde. "Parece que no . . . que lástima, pensé que lo recordabas." Trata de alertar alguien, pero todo está hecho piedra, incluso ella, de la cabeza para abajo, su miedo y eso lo único con aparente permiso de moverse. "Aura, Aura . . . la luz al final del túnel es otro tren . . . la luz al final del túnel—" Por fin logra alzar la cabezs, sumida en miedo, sudor y desesperación, en el momento exacto para ver cómo el ventilador ya no está girando, y entre la rejilla desciende rápido como la Miseria, "—s o y y o."
Al fondo del vagón, visibles a través de un infrecuente valle de espaldas, dos hombres se saludan con los puños, uno de ellos silbando la melodía de Mi destino fue quererte. Sin soltarse, el otro, vestido de azul, mangas arrugadas y recogidas hasta el codo, revelando un reloj en cada muñeca, empieza a cantar “. . . maldigo al amor.” Sus manos empiezan a bailar en el reducido espacio que tienen. Muchos empiezan a sentirse incomodos, no están acostumbrados a ver la felicidad nacer de la nada. Un muchacho empieza a sonreír con ellos mientras que en los altavoces se les da los buenos días a todos con información sobre la estación que se aproxima. Sí, sí, nunca debes de olvidar sonreír. . . . Parece que él pensaba lo mismo hasta que entre gritos inesperados, Aura despierta del trance y logra ver en su cara una mueca para que la tierra se lo tragase, tirando la pequeña sonrisa que había logrado extraer de su interior al aire, el ventilador succionándola . . . pero la tierra ya se los había tragado a todos: el roce de su pene contra las nalgas de un señor habían despertado las fantasías reprimidas de su juventud, liberando a manera de supresión insultos y movimientos para mentarle la madre:
“Para pendejo no se estudia.”
“¿Lo dice por experiencia?”
Pero el peso del Amanecer hunde su rostro y su vigilia de nuevo entre cientos de suaves pelos sintéticos, propios de su almohada—afelpada chaqueta color cobertor, modelo hombro, con olor a suavizante y perfume—dejándola salir seis estaciones después de la planeada. Su destino es la escuela, la maldita escuela.
“¿Si pasaste?”
“Si, y no gracias a ti, maldito ‘storbo,” corriendo a las escaleras, 4 pasos por cada paso de persona normal.
Ring-ring. Extraída de la cama, Alán expide una serie de bostezos indivisibles. Coloca su desnudo pie izquierdo sobre la fría gravedad, espera un segundo, y descansa el derecho sobre la rejilla del compañero delantero. Con una mano silencia la desesperada alarma, con la otra vierte tinta negra de su pluma en símbolos latinos, pigmentos diluidos formando cadenas que denotan en claro-obscuro las ideas recibidas sobre el papel adiestrado. Las lagañas que bordean sus ojos se extienden en trenzas segmentadas hasta la tenue cuadrícula azul con fondo blanco, medio centímetro cuadrado de blancura, treinta y seis por cuarenta y nueve cuadritos, más bordes—blanco como el de su pijama, procediendo a quitársela con sonambulico fervor: primero la camisa, revelando la falta de ropa interior superior, enseguida los pantalones, dejando como huella de su presencia un patrón pintado en carne viva, montañas en contracara a las presentes en el elástico que lo mantenía adherido a su cintura. Todo cayendo a la misma velocidad. Al pasar a la siguiente página, esquina superior derecha, continua cepillándose los dientes, arriba-abajo, escribiendo izquierda-derecha, palabra tras palabra, deslizando sus ya calcetados pies dentro de un cómodo calzado sucio. Primero izquierdo, cruz, orejitas, nudo iniciando por la derecha, otro nudo más, después derecho, lo mismo. Seguridad, firmeza, libertad, alas para volar hechas de nilón y algodón. Finalmente ha acabado, la clase ha terminado y todos podemos relajarnos hasta que arribe otro metro atrasado, trayendo el clima del túnel, los vientos estacionarios presentes en la obscuridad llenando las arcas del andén, aventados a treinta kilómetros por hora más su velocidad natural. Variable. Demasiado variable. Cierra los ojos, no quieres que nadie entre en ellos, no quieres que nadie vea lo que hay en ellos.
“¿Por qué siempre llegan tarde?" Y al verlas tomadas de la mano, Alán añade "—¿y juntas?”
Un par de huh's desentonados y unísonos, lagrimitas de bostezo saliendo de los ojos de Kessandra y la anillada por Insomnio mirada perdida de Aura le responden.
Se toman de las manos en la forma particular de "hermanas" recién reconciliadas. El pulgar e índice de Kessandra formando un anillo falángico que, con sus internas sombras, logra diferenciar los de otra manera indiferenciables pigmentos de sus pieles, PMS P 37-9 C, dinámico a la temperatura ambiental y corporal—la anchura y profundidad de sus pares de ojos el único punto de anclaje del que todos pueden decretarlas como amigas, en vez de familiares, diferentes constelaciones, misma obscuridad.
"¿No han visto qué hora es?" continúa Alán.
Kessandra al fin se atreve a verla—09:07—al levantar la cabeza hacia el cuadrangular reloj sobre el pizarrón. Al bajarla, la punta de su nariz despliega el panel de notificaciones del estratégicamente posicionado celular de Asán, donde antes de retroceder y levantar sus puños, vislumbra debajo de la hora atrasada por un minuto, una serie de mensajes insoportablemente falsos con una tal "Linx", que días antes, vagando por las calles que de alguna u otra manera conectan a la burbuja de existencia de la preparatoria con el mundo exterior, la había visto con él, tomados de la mano, compartiendo con bromas y risas altisonantes una orden de tacos de canasta, frijol y papa por el olor, con un helado de la nevería más cercana, fresa, uva y choco-chips, caminando a una velocidad casi lo doble que la suya hacia Tlalpan.
"Shiinga tu madre, pende—" Entre i'es y e's, burbujea a la superficie de su consciente sensorial el espacio negativo, ciento cuarenta y tres punto ocho por sesenta y nueve punto cinco por ocho punto cinco milímetros, dejado por el vacío que su celular creó en su mochila al saltar de su posesión a la de otro sin su permiso, retribución monetaria o ya de mínimo un "gracias," apagando el final de su oración mientras Aura, ahora libre, camina hacía su lugar. Una mirada registra cada uno de sus movimientos.
Caminando, suelta un suspiro. Todos creen que se trata de un lenguaje pneumático por descifrar, pero nadie se atreve preguntar. Ella misma se ha percatado de esto, por lo que de vez en cuando expira versos de Blake y Lorca en un amateur morse. Pero hoy no se trata de eso, pues al saludar al resto, se pregunta cómo es que llega todas las mañanas sin recordar el trayecto ("¿Qué onda?"), con la ligera sospecha de haber vivido ya éste día ("Hola Aury, te ves preciosa." Ay: "Gracias, bebé.") de manera exacta. ("Hola chicos.")
Al ajustarse los garabatos del pizarrón poco a poco a sus ojos, cree haber leído algo relacionado a lo escrito alguna vez, aunque la memoria visual de un "proceso subconsciente" no puede ser traída a la consciencia, y las palabras "arco reflejo" sólo le recuerden a la entrada de su hogar anterior, memorias de un domingo por la mañana. La sigue mirando.
Con el Sol alcanzando su cénit, montañas apenas visibles, rugir incesante de motores, cláxones, comercio, pasos y risas sobre los pasillos, las paredes haciéndose más chicas con el paso del día, el reducir inquebrantable de la paciencia y los niveles de atención, sobre las empolvadas losas gris penitencia y tras mucho debatir interno, una figura se alza por detrás de los bosques de queratina teñida de colores extracapilares, aproximándose a ella mientras su respiración se hace más pesada.
"¡A!—Aura . . ."
Pausa la escritura, su mirada asciende y desciende al confirmar la forma de la voz . . . y suspira de cansancio. Pero él continúa, titubeando en su nervio-sismo: "¿Cómo e-estás?"
Al recordar lo dicho por su madre, tan repentino pero esperado como un relámpago en medio de la tormenta, Aura se toma firme y bruscamente de la chaqueta blanca de Ródian, usando el impulso para levantarse unos centímetros de su asiento y decirle, en un tono desinteresado y ahogado, cerca de su oreja: "Ah. Hola, Rod."
"¿Recuerdas lo de ayer?"
"No," responde bruscamente, hundiendo los ojos en su siguiente aliento, "no recuerdo ni cómo llegué aquí hoy, mucho menos los días anteriores; ¿qué hay de ti?" Pero antes de dejarlo responder, su madre de nuevo presente, vuelve al tema: "Ammm . . . No. ¿Qué fue lo que dije ayer?"
"Bueno, me dijiste que te sentías sola y querías compa—"
"¡Ahhh! Si."
"Y . . . Y pues—"
"¿Ajá?"
"Quedamos en salir. Además, me dijiste que—"
"¿Enserio dije eso?"
"Ammm. Si."
"Ah . . ."
"—me dijiste que te recordara, porque estabas un poco ebria."
"Creo que no fue solamente un poco, Ródian."
"¿Mande?"
"No, nada . . . Demasiado."
"¿En-tonces?"
"Si, seguro. ¡Ya qué!"
Ródian, un momento sin decir nada, se convulsionaba con tan grandiosa oportunidad. Aura le despertó.
"Búscame al salir."
"Claro."
Aura, Aura, su nombre rondaba incansable en las espirales de su pensamiento. Por un lado, se generaban memorias de posibles futuros, por el otro, con considerable mayor peso, un torrente presurizado de ingeniosa envidia y excelente mentira dejaba caer frente a su tercer ojo las memorias del famoso—por lo menos para él—muro de su hermano. Una pared patronizada con lazos y clavos de los que pendía ocasio-nalmente una impresión de 10x13 centímetros de algún tiempo en el pasado, a pie de recuerdo el nombre de la acompañante en turno, y por debajo la fecha y una aproximación de las coordenadas, tomadas de Gmaps, del lugar y el tiempo donde fue extraído aquel momento. Los lazos varían en color: hay una gran cantidad de rojos, los cuales, retorciéndose en las ápsides de la pared, finalmente regresan, tras separarse en T'es y reconformarse en Y'es, hasta un circular vacío central donde pareciera que habría de colgar una fotografía que aún no había sido tomada; y azules, verdes y negros, brotando en pasajeros callejones, resaltando puntos y fotografías que Ródian no comprendía, pero que su hermano, encantado con su palacio mental exteriorizado, siempre miraba todas las mañanas, para revitalizarlo.
"Una foto de las fotos, eh."
"Así parece ser. Quizás no deberíamos de llamarles fotos, si no capturas . . . engramamos bucles de los cuales no sabemos en dónde está su origen."
"Oye, ¿y si nosotros somos el origen?"
"Mira pequeño . . . Deberías ya estar en camino, migrando hacia las regiones fronta-les, en donde con tus habilidades servirías más para lo que se lleva a cabo detrás de aquellos rangos misteriosos. Y-Y no me digas—"
"Oh, quiero intentarlo."
Sola de nuevo, nota el acre olor originado por la quema de sustancias ilícitas en la calle vecina alcanzándola tras haber envuelto a todo el salón, entrando por la lejana ventana paralela a ella. Había encantados y había asqueados. La plasta azulada leve-mente bosquejada que el Amanecer resalta siempre sus contornos de, al alzarse y transformarse en el Atardecer, ya ha desaparecido por la reducción por contamina-ción del horizonte y su lejanía según el observador. Juntos, función y límite se deslizan en el mismo plano que los anticuados pantalones obscuros del profesor. "Bienvenido 23, por favor, antes del 49. Y 16, al extremo derecho, si es tan amable." Sobre las abscisas siguen corriendo datos y líneas, mientras gira su cabeza hacia la ventana, con asco de frente, ora al pizarrón, ora a su cuaderno, mismo asco, recreando las mociones ritualistas con las que despierta cada mañana, mojando sus ojos con lágrimas que, negándose a correr expulsadas de las órbitas hacia el suelo, hacía el centro de la tierra, empiezan a flotar, haciendo todo el uso posible de su tensión superficial, frente a su visión para contaminarle la vista con atmosféricas imágenes de ella, ésta mañana, frente a su espejo, contorneada por la niebla de su Insomnio. . . . Pues un sueño no sería tan aburrido . . . ¿O sí? Pero ya ha ocurrido tanto, por tanto, que ya no se inmuta mucho . . . No, no, no es la rutina, es que la rutina ya no cuadra dentro de lo que según ella, en algún momento, pensó que la llevaría a ser feliz; la lista de Cosas que valen la Pena hace un tiempo que ya fue olvidada, tanto para agregar, como para tachar, pues ahora la dinámica de su vida funciona a partir de la búsqueda de pretextos para seguir despierta, seguir con su vida de cualquier manera . . . Recuerdos y sueños, pasado y futuro, nunca presente . . . Quizás allí esté el problema . . . Quizás. . . . Y quizás hoy mismo descubra sí, sus sospechas confirmadas, alguna vez ha despertado realmente.
A sus apagados ojos cafés llegan fumarolas expirándose en patrones circulares, llevando su mirada, con cada grado recorrido aumentando el volumen acumulado ya dentro de ella desde hace años de su desesperanza, hacia el típico cuadro en el que se la vive y regocija Alán—que en realidad es la imagen típica de cualquier semipareja que se pueda encontrar en ese lugar, en cualquier salón, en cualquier jardinera, intentos por vencer la manera en la que todo parece perder calor progresivamente, incluso dentro de los corazones de aquellos que juran amarse con todo el corazón—lo que concuerda mucho con él, pues lo único que tiene fuera de promedio es su panza y su altura, ambos sobre la norma.
Vaya.
Aura se pregunta si alguna vez podrá dejar de verla—en realidad, verlas—de esa manera. Se “aprieta” dentro de su pantalón al centrar su vista en nada más y nada menos que en una de sus tantas tontas fantasías de pobre enamorado. Chica original y despampanante. Realmente la quiere, la quiere para esto y el otro. La mezcla de sus simplezas, dadas por ser partícipes de un mismo espectro en género opuesto, le da sabor a todos sus encuentros, encuentros en cuyos rumbos se pinta la orgánica corona de una pura Necesidad de Amor. Trap y reggaetón resonando con rock y hip-hop. Las voces de vodka, tequila adulterado, las famosas y queridas aguas locas, encantan los sentidos con la mirada concentrada de erotismo de unas medias lunas en celo, un movimiento de cadera o de cabello o de ambos, tejiendo y empujando con sus atracciones y sus repulsiones la tan buscada Receta Hormonal. En crestas se dice "son sólo tuyas" y otras tantas invitaciones para iniciar el fuego, en sus valles se ven frondosos abandonos e idas-sin-despedidas, tan originales en argumentos y disculpas, como cuando Alán piensa en cómo se congela cada vez que la(s) ve y cómo se calienta cada vez que la(s) besa, mucho más si le permite(n) un par de toques—aunque no muchos, disculpa, tiene(n) novio. . . . Y piensa que todo ello lo acerca a algún día encontrar a la indicada, aunque no se dé cuenta que solamente, con cada capa de lubricante vaginal de distinta procedencia añadida sobre su cabeza, solo reduce el círculo en donde persigue su propia cola, llegando beso tras beso a un punto donde no tenga más remedio que escoger entre parar a encontrarse o tragarse a sí mismo “sin querer.”
O eso se pinta mentalmente ella, con todos los grises del pantalón de Alán y el azul mezclilla de los ajustados jeans de Linda: colores celestiales familiares de aquel día. Pues . . .
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2020.02.20 20:34 WeirdWriters Why does Colombia and Puerto Rico run the Hispanic music industry? Porque Colombia y Puerto Rico son los jefes de la industria de la música hispana?

I’ve noticed that the Hispanic artists who are more internationally famous are Puerto Rican and Colombian artists like for Puerto Rican’s Bad Bunny, Daddy Yankee, Ozuna, etc and for Colombians like Maluma, J Balvin, Sebastian Yatra etc. these artists are known in all parts of Latinoamérica and even in Spain. (And Latinos who live in the U.S) Peruvians, Ecuadorians, Argentines, Costa Rican’s, Nicaragüenses and other Latin Americans/ Spanish artists aren’t really internationally popular and known the way the ones that are from Colombia or Puerto Rico. Why is that? Could it be because they both have money enough to provide good music/ music videos? Or because they’re both seen as exotic and have flavor? Compared to other South Americans and central Americans?
E notado que los artistas hispanos que son más internacionalmente populares y famosos son los Boricuas y Colombianos. Artistas Boricuas como Bad Bunny, Daddy Yankee, Ozuna y más y para los Colombianos son Maluma, J Balvin, Sebastián Yatra y más. Estos artistas son bien conocidos por todas partes de Latinoamérica y hasta en España. (Y también los Latinos/Hispanos que viven en Los Estados Unidos) peruanos, ecuatorianos, argentinos, costarricenses, nicaragüenses y otro latinoamericanos/ españoles no son tan populares internacionalmente o bien conocidos como los de Puerto Rico y Colombia. Por que sera? Será que es por la razones de dinero y como las música y music videos tienen buena fundación? O porque los dos lugares se ven como exóticos y gente que tiene sabor comparado a los otros sudamericanos o centroamericanos?
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2020.02.15 04:02 osdifera ¿Crear escuelas virtuales gratuitas y de calidad ayudarían a nuestro país?

Hola compatriotas,
Al igual que muchos estoy harto de la situación actual de nuestro país, esto me ha llevado a plantearme que puedo hacer para intentar poner mi granito de arena.
Desde pequeño me di cuenta de qué el problema en México es la educación, pocos llegan a terminar la universidad y de estos los pocos que se especializan se van al extranjero.
Siendo honestos, nuestra educación es pesima, en México se puede terminar una carrera sin saber de que se trata realmente.
Actualmente me desempeño como programador, viviendo en este ambiente me he dado cuenta de que tenemos mucha gente talentosa con conocimientos de TI, sin embargo no tenemos ningún Microsoft ni Facebook, ni nada, nos limitamos al famoso 9-5.
A diferencia del viejito, estoy muy consciente de que un cambio en el país no es magico y no va a pasar de la noche a la mañana, sin embargo, pienso que una manera de ayudar al estudiante mexicano es darle acceso a un contenido de calidad al nivel de sus pares en otros paises.
Pensemos en algo como Udemy, o Coursera, pero latino y gratuito, a base de donaciones y aportaciones de nuestra comunidad, un lugar donde realmente empecemos a construir conocimiento.
Recurro a ustedes para pedir sus opiniones, estoy consciente de que no todos en nuestro pais tienen acceso a internet pero qué hay de aquellos que sí, ¿ayudaría en algo?, ¿podría servir cómo efecto semillero?, claramente la plataforma no tendría validez oficial ni estaría ligada en manera alguna al gobierno, sería 100% comunitaria.
Me gustaría mucho comenzar a subir material propio e invitar a aquellos que sientan que tienen algo que compartir al mundo a hacer lo mismo. Al inicio yo llevaría los gastos de la plataforma de mi propia bolsa y con el tiempo se buscaría que se pudiera mantener de manera autonoma tal y como lo hace Khan Academy o Wikipedia.
Sin más, les pido disculpas por el post tan largo y les agradezco a aquellos que se hayan tomado la molestía de leer el post y comentarlo.
Saludos cordiales.
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2019.11.06 06:33 bicto O que é o liberalismo?


O que é o liberalismo?
O que é o liberalismo? Em que medida é possível encontrar características constantes num movimento de ideias e de iniciativas práticas que se desenvolve no curso de três séculos e frequentemente apresenta, na mesma época, tendências bastante diversas?
Merquior se propõe essa questão inicial e lhe dá uma resposta afirmativa. O liberalismo não é uma expressão oca mas, dentro de suas variações de época e de escolas, mantém-se, embora em proporções diferenciadas, fiel à sustentação de quatro liberdades fundamentais. São elas: (1) liberdade (negativa) de não sofrer interferências arbitrárias; (2) liberdade (positiva) de participar nos assuntos públicos; (3) liberdade (interior) de consciência e crenças e (4) liberdade (pessoal) para o autodesenvolvimento de cada indivíduo.Essas quatro liberdades constarão sempre, ainda que em doses diferentes e, algumas vezes, de forma mais implícita do que explícita, do elenco histórico do pensamento liberal. Este, visto no seu conjunto, do século XVIII aos nossos dias, apresenta diferenciações, basicamente em função das características de cada época, no que diz respeito à maior ou menor ênfase dada a cada uma dessas quatro liberdades e no que se refere ao relacionamento entre o indivíduo, a sociedade e o Estado. Por outro lado, o pensamento liberal, também contemplado no seu conjunto, reflete as tendências predominantes nas culturas nacionais em que se desenvolve.
No que tange ao desenvolvimento histórico do liberalismo, Merquior identifica, inicialmente, um protoliberalismo, que mergulha suas raízes mais remotas na defesa medieval dos direitos e no humanismo do Renascimento.Poderia ter se referido à emergência da liberdade interior, com Sócrates e Platão, e dos direitos universais do homem, com os estoicos. Em seguida, Merquior diferencia seis principais correntes no liberalismo: o liberalismo clássico, o conservador, o novo liberalismo, o neoliberalismo, o neocontratualismo e o liberalismo sociológico.
No que concerne às escolas do pensamento liberal, influenciadas pelas características das principais culturas nacionais em que se desenvolveu, Merquior distingue três linhas. A escola inglesa, de Hobbes e Locke a Bentham e Mill, para a qual a liberdade é principalmente a independência pessoal. A escola francesa, a partir de Rousseau, para a qual a liberdade é, fundamentalmente, autogoverno. E a escola alemã que, com base em Humboldt, encontra a essência da liberdade na autorrealização pessoal.
Raízes do liberalismo
Em última análise, segundo Merquior, o cristianismo, de um modo geral e, particularmente, a Reforma e a Revolução Francesa, constituem os fundamentos a partir dos quais se desenvolve o liberalismo.
As raízes mais remotas do liberalismo podem ser encontradas no pensamento medieval, com Marcilio de Padua (1275-1343) e seu Defensor Pacis (1324) introduzindo o requisito de consentimento dos governados, para a legitimidade dos governos. Ockham (1300-1349), Francisco Suárez (1548-1617), Hugo Grotius (1583-1645) e Johann Althusius (m. 1638) são importantes precursores de muitos dos aspectos do liberalismo. Modernamente, deve-se a John Locke, com seu Second Treatise on Government (1659) a implantação das bases do pensamento liberal.
Merquior reconhece, entre os antecedentes remotos, a influência do conciliarismo eclesiástico na configuração do pensamento constitucionalista. Faltou-lhe referir, como precedentemente mencionado, o legado grego em matéria de liberdade interior, um dos fundamentos do pensamento liberal e, por outro lado, o mesmo legado grego na construção da democracia, como regime político. Haveria que acrescentar a relevante contribuição dos estoicos, precedendo o cristianismo no entendimento da dignidade universal do homem, independentemente de sua cidadania e condição social.
Sem embargo de suas raízes remotas, o liberalismo, como movimento de ideias e de práticas societais, procede da Ilustração. Esta, em última análise, levantou a problemática fundamental da relação homem-sociedade-Estado, que é, por um lado, a exigência da liberdade, tanto negativa, no sentido de não coerção, quanto positiva, no sentido da participação pública. Por outro lado, a exigência da racionalidade pública, opondo-se às modalidades populistas e clientelistas da democracia. O século XVIII oscilou, por isso, entre os direitos públicos da cidadania, enfatizados pela Revolução Francesa, e as exigências de racionalidade pública, enfatizadas pelo chamado “despotismo esclarecido” – de Frederico, o Grande ou do Marquês de Pombal – que, não tendo sido efetivamente despótico, mereceria a denominação de autoritarismo esclarecido.
Liberalismo clássico – 1780-1860
O liberalismo clássico é uma reflexão sobre as condições de formação e de legitimidade do Estado e uma defesa das liberdades negativa e positiva, ante o governo e no âmbito do Estado. Hobbes sustenta que a preservação da incolumidade das pessoas e de seus direitos básicos conduz à delegação de todo o poder ao príncipe, como administrador desses valores. Locke contrapõe, no contrato social básico, a exigência do consentimento dos governados, como condição de legitimidade do poder.
Os whigs, primeiro partido organizado de tendência liberal, incorporam as exigências de consentimento, de Locke, moderando-as com algo de Hobbes, na preservação da autoridade do príncipe.
O liberalismo clássico produzirá um brilhante elenco de pensadores: Benjamin Constant e Alexis de Tocqueville, na França; John Stuart Mill, na Inglaterra; Giuseppe Mazzini, na Itália; Alexander Herzen, na Rússia. Locke, moderadamente influente na Glorious Revolution, será decisivamente influente na formação do pensamento liberal da Independência americana.

Liberalismo conservador
Os excessos da Revolução Francesa, quer no populismo de Marat e Danton, quer no jacobismo de Robespierre e do Terror, culminando no imperialismo autoritário de Napoleão, levam o pensamento liberal de fins do século XVIII e primeira metade do XIX a uma reação conservadora. É preciso proteger a sociedade das oscilações entre um populismo irresponsável e um dogmatismo repressivo. Edmund Burke (1729-1797), com sua crítica da Revolução Francesa dá o tom do liberalismo conservador. Será seguido, na Inglaterra, por Thomas Macaulay (1800-1859), John Dalberg, barão Acton (1834-1902), Walter Bagehot (1826-1877), o grande editor do Economist desde 1861 até seu falecimento, e pelo evolucionismo social-darwinista de Herbert Spencer (1820-1903). Na França, o liberalismo conservador será introduzido por François-René de Chateaubriand (1768-1848). O liberalismo francês de tendência conservadora distinguirá, na grande revolução, seu momento positivo, 1789, do negativo, 1793. Com variantes vinculadas às vicissitudes políticas da França, são inseríveis na categoria do liberalismo conservador personalidades como Michelet (1798-1874), que apoiará o Segundo Império, Rémusat (1797-1875), que apoiará Thiers, mas manterá sua preferência por uma monarquia constitucional, Edgard Quinet (1803-1875), que sustentará um liberalismo sem reivindicações de classe, e Ernest Renan (1823-1892), que defenderá um liberalismo não democrático.
O quarto capítulo de O Liberalismo – Antigo e Moderno, que aborda o liberalismo conservador, inclui uma seção tratando de uma particular vertente desse liberalismo, sob a denominação de liberalismo de construção nacional, analisando a obra e as atividades públicas de dois eminentes pensadores argentinos: Domingo Faustino Sarmiento (1811-1888) e Juan Bautista Alberdi (1810-1884).
Sarmiento, herdeiro das preocupações da Ilustração, no tocante à compatibilização entre as liberdades negativas e positivas do cidadão e o imperativo de racionalidade pública, mostra como a condição dessa compatibilização é a universalização da educação popular, através da escola pública. Em seu clássico, Facundo, Civilización y Barbarie (1845) coloca-se decisivamente a favor daquela, contra o caudilhismo rural. Alberdi se defronta com uma Argentina invadida por imensas ondas migratórias e se preocupa em salvaguardar a nacionalidade, denegando direitos políticos aos imigrantes. Natalio Botana, citado por Merquior, define Alberdi como o Edmund Burke da imigração europeia. Sua proposta é a de uma modernização conservadora, que favorece a industrialização e o progresso, em condições que protejam a república da irracionalidade das massas e da desnacionalização dos imigrantes.
Constitui uma valiosa inovação, por parte de Merquior, ter superado o preconceito de restringir a discussão das grandes ideias públicas, ao universo euro-norte-americano, introduzindo, em sua grande obra, uma fina análise de Sarmiento e Alberdi. É de lamentar-se, por outro lado, que essa lúcida e despreconceituosa abertura não tenha incluído referências fundamentais ao liberalismo mexicano, com Benito Juárez e o liberalismo conservador-progressista de Porfirio Díaz, não tenha contemplado o liberalismo brasileiro, de Antonio Carlos de Andrade a Ruy Barbosa, nem o pensamento e a atuação chilenos, no extraordinário esforço de nation-building de Diego Portales.
O estudo do liberalismo conservador de Merquior se encerra com uma análise do pensamento alemão, vinculado à ideia do Rechtsstaat, incluindo uma penetrante discussão de Max Weber. A essa análise se seguem outras duas, abordando o pensamento de Benedetto Croce na Itália e de José Ortega y Gasset, na Espanha.
O pensamento alemão é pautado por duas grandes linhas; o conceito de Wilhelm von Humboldt sobre os limites do Estado, visto como “guarda noturno” das liberdades cívicas e o conceito de Kant sobre a autocultivação, como supremo objetivo da pessoa, requerendo apropriada tutela do Estado.
Avulta, nesse pensamento, a figura de Max Weber (1864-1920), que combina, admiravelmente, a tradição historicista germânica com as exigências, tingidas de positivismo, de uma sociologia científica. Dentro dessa perspectiva, Weber se dá conta de que o processo de modernização consiste numa expansão da racionalidade instrumental, cujo agente social é a burocracia. As sociedades modernas se defrontam, assim, com um duplo perigo: o despotismo burocrático e, na contestação a este, o do autoritarismo carismático. Para superar esse duplo risco Weber enfatiza a necessidade do parlamentarismo como forma democrático-racional de seleção de lideranças políticas.
Benedetto Croce (1866-1952) é outra figura eminente analisada por Merquior. Croce, a partir de um profundo historicismo (que resgata a figura de Giambattista Vico) sustenta um liberalismo como exigência moral, em oposição ao liberalismo econômico do utilitarismo. A grande contribuição de Croce foi a identificação, no processo histórico, de um crescimento cumulativo, embora não linear nem ininterrupto, da liberdade. Esse compromisso com a liberdade, como exigência moral, mas também como tendência evolutiva da história, levou Croce a uma consistente posição antifascista.
A análise do pensamento de Ortega (1883-1955) encerra a discussão, por Merquior, das grandes personalidades do liberalismo conservador. Ortega se defronta com exigências contraditórias. Por um lado, seu profundo liberalismo, como decorrência necessária de seu abrangente humanismo. Por outro lado, sua crítica ao homem-massa, não entendido como membro do proletariado, mas
como um tipo psicocultural, que se encontra em todas as classes sociais, consistente no homem sem ideais superiores, que se esgota na busca do bem-estar.
O liberalismo de Ortega o leva a apoiar os esforços iniciais da República e a se opor, concomitantemente, ao franquismo e ao comunismo. O elitismo psicocultural de Ortega o conduz, a meu ver, a uma modalidade própria de liberalismo conservador, que se poderia definir como uma sustentação universal das liberdades negativas e uma abordagem seletivamente meritocrática para as liberdades positivas. Escapou à análise merquioriana esse aspecto do pensamento de Ortega, que me parece extremamente relevante.
Concluindo sua magistral discussão do liberalismo de seu momento clássico ao conservador, Merquior diferencia, no processo, cinco principais expressões: (1) os direitos naturais, com Locke e Paine; (2) o humanismo cívico, de Jefferson e Mazzini; (3) o das etapas históricas, com Smith e Constant; (4) o utilitarismo, com Bentham e Mill; (5) o sociologismo histórico, com Tocqueville.
O liberalismo é um processo que parte do whiguismo, como mera demanda de liberdade religiosa e governo constitucional, para atingir a democracia. Os excessos desta preocupam os liberais conservadores, que querem moderar a democracia e se constituem em neo-whigs.
Daí resultam em três modalidades de liberalismo: (1) o idioma burkeano, de Macauley, Maine, Alberdi, Renan, Acton; (2) a linguagem darwinista, de Spencer; (3) o historicismo, com suas implicações elitistas, de Weber e de Ortega.

O novo liberalismo
Albert Dicey, citado por Merquior, observa que o reformismo legal, na Inglaterra, teve duas fases no século XIX. A primeira, de 1825 a 1870, encaminhou-se para defender e expandir a independência individual. A segunda, de 1870 em diante, teve por objetivo a justiça social.
O novo liberalismo, do fim do século passado em diante, teve um forte cunho social, tornando-se um social-liberalismo. A grande figura britânica, nessa linha de pensamento, foi Thomas Hill Green (1836-1882). A partir de um hegelianismo kantiano, Green sustenta a necessidade de, mantendo-se o princípio da liberdade, liberdade de qualquer coerção, encaminhar-se para a liberdade positiva, para assegurar a todos os homens a plenitude de seu autodesenvolvimento – a Bildung dos alemães. O objetivo da ação pública deve ser o da melhoria social. Isto significa agregar, à defesa dos direitos individuais, a exigência de igualdade de oportunidades e de uma ética comunitária. John Hobson (1854-1940) e Leonard Hobhouse (1864-1929) prosseguem na linha de Green. Hobhouse insiste na exigência de liberdade positiva. Hobson se tornará famoso com seu Imperialism, de 1902, atribuindo este à excessiva acumulação de riquezas e poupança, que passam a exigir a conquista coercitiva de novos mercados.
As ideias de Green foram mantidas e postas em prática por William Beveridge (1879-1963). A partir do Reform Club, em 1942, Beveridge elabora os “Estatutos Originários” do estado de bem-estar social britânico.O liberalismo social assumiu, na França, a forma do republicanismo. O que estava em jogo era a reconstrução das instituições depois da derrocada do Segundo Império, sem incidir no populismo da Comuna, nem no retorno ao monarquismo conservador. As ideias básicas do movimento são lançadas por Claude Nicolet em L’idée Républicaine en France, de 1870. O liberalismo social, na França, se subdivide em diversas modalidades: neogirondinos, com Quinet; neodantonistas, com Michelet e Victor Hugo; republicanos positivistas, com Jules Ferry e Gambetta, e republicanos espiritualistas, com Charles Renouvier.
O liberalismo social, na França, tomou a defesa de Dreyfus. Seus expoentes mais recentes foram Émile Durkheim (1858-1917) e Leon Duguit (1859-1925). A expressão final dessa tendência adquire, com Alain (Émile Chartier, 1868-1951) um sentido super-individualista, beirando o anarquismo. Alain será extremamente influente na formação do pensamento de Sartre, de Simone Weil e de Raymond Aron. Essa tendência, com coloração mais social, será mantida por
Albert Camus (1913-1960) em seus romances. O liberalismo social tem importantes defensores, na Itália, com Piero Gobetti (1901-1926), antifascista, numa posição de social-liberalismo idealista, baseado nas massas e Cario Roselli (1899-1937), que busca um socialismo democrático, liberado do marxismo. Na Espanha, com Salvador de Madariaga (1886-1978), dentro de uma visão organicista da democracia.
Na Alemanha, o liberalismo social se identifica com o apoio à República de Weimar. Seu mais eminente expoente será Hans Kelsen (1881-1973). Em seu trabalho de 1920 Sobre a Essência e o Valor da Democracia, o eminente jurista sustenta que a essência desta consiste na autonomia da geração da norma, em condições de pluralismo político.
Os Estados Unidos dão uma relevante contribuição ao liberalismo social com Woodrow Wilson (1856-1924) e seu programa da “New Freedom” e John Dewey (1859-1952), com sua ênfase sobre a educação.
Mais recentemente, os britânicos dão nova importante contribuição ao socialliberalismo, com Keynes (1883-1945) e o romancista George Orwell (1903-1950). Karl Popper, de tendência conservadora e perspectiva neopositivista, desenvolve, em termos antiestatistas, uma preocupação com a superação da miséria. Seu famoso dito: “minimizem a miséria, em vez de tentar maximizar a felicidade”. Dentro dessa linha, destaca-se a importância intelectual de Sir Isaiah Berlin, cujo Two Concepts of Liberty, de 1958, diferenciando a liberdade negativa da positiva, salienta o imperativo de perseguir objetivos racionais, evitando todas as formas de autoritarismo.
Neoliberalismo
Enquanto o que Merquior designa de “New Liberalism” se caracteriza pela impregnação da preocupação social no pensamento liberal, o neoliberalismo toma sentido oposto, constituindo uma dura crítica do paternalismo estatal. Von Mises (1881-1933) com seu libelo Socialismo, de 1922, denunciando os abusos da regulação social, Von Hayek (1899-1992) sustentando um liberalismo de mercado, em condições de governo mínimo, juntamente com Milton Friedman (1912-2006) e sua irrestrita defesa do mercado, marcam a linha extremamente conservadora do neoliberalismo.
O neoliberalismo retoma a temática individualista do liberalismo clássico, dentro da postura do liberalismo conservador de Burke, Macauley e Bagehot. E conhecida a grande influência exercida por essa linha de pensamento na política contemporânea, a partir de Thatcher, na Grã-Bretanha, e de Reagan, nos Estados Unidos, irradiando-se para o restante do mundo, notadamente em muitos países do Terceiro Mundo. O fato de governos economicamente neoliberais, ainda que frequentemente fundados num autoritarismo político, terem conquistado, no Sudeste Asiático e em países latino-americanos, como o Chile de Pinochet (numa orientação continuada pelo governo democrático de Patricio Aylwin) e o México, importantes êxitos econômicos, conferiu à ideologia neoliberal uma grande audiência.
Merquior analisa, com muita competência, as principais personalidades do pensamento neoliberal. É de lastimar-se que não tenha introduzido as necessárias qualificações, no tocante à diferenciação que importa fazer, entre a comprovada validade de uma economia de mercado, dinamizada pela empresa privada, como condição de boa alocação e gestão de recursos, dos aspectos puramente ideológicos do neoliberalismo, demonizando o Estado e, por conta de sua desmontagem, instaurando a lei da selva em sociedades cuja estabilização se devera aos sadios efeitos do Welfare State.
Liberalismo sociológico
O quinto e último capítulo do livro de Merquior contém duas seções finais. Uma tratando do que se poderia denominar de “liberalismo sociológico”, que consiste, fundamentalmente, numa análise crítica do pensamento de Raymond Aron e de Ralf Dahrendorf. A outra, abordando o neocontratualismo de Rawls, Nozick e Bobbio.
Em sentido estrito, não se pode falar de liberalismo sociológico em relação a Aron e a Dahrendorf. Tal denominação só teria sentido aplicada ao liberalismo de Spencer e de Durkheim. Aquele, por seu determinismo evolucionista. Este, por seu determinismo social. Aron e Dahrendorf são eminentes sociólogos e convictos liberais. Em ambos o liberalismo não decorre de postulados sociológicos ainda que, certamente, a condição de competentes sociólogos os leve a superar os aspectos meramente ideológicos de várias modalidades de liberalismo, tanto de esquerda quanto de direita.
Aron (1905-1983), tão multifacético como Merquior – que sobre este emitiu a famosa frase “ce garçon a tout lu” – sustenta um liberalismo moderadamente conservador, na relação indivíduo-sociedade-Estado, enfatizando as liberdades negativas e a relevância do mercado. Por outro lado, tem consciência da necessidade de uma prudente regulação, pelo Estado, das relações econômicas (medidas anticíclicas) e sociais (igualdade de oportunidades e proteção de setores carentes). Sua militante denúncia das falácias do comunismo e dos populismos de esquerda lhe valeram, durante largo anos, a hostilidade da maioria dos membros da intelligentzia. Sua extraordinária honestidade intelectual, sua enorme competência e excepcional lucidez acabaram lhe conquistando a admiração geral de todos os intelectuais sérios, ainda antes de o colapso do comunismo no Leste Europeu e na União Soviética confirmar, historicamente, a procedência de suas críticas.
A análise de Aron, por Merquior, se concentra, sobretudo, na sua obra histórico-sociológica e menos nas suas concepções a respeito do liberalismo, estas predominantemente veiculadas através de sua ampla contribuição ao jornalismo. Ralf Dahrendorf (1929-2009) compartilha, com Aron, a análise da sociedade industrial contemporânea e estuda os conflitos que lhe são próprios.
Particularmente importante, a esse respeito, é seu livro The Modern Social Conflict (1988). Mostra Dahrendorf como, na contemporânea sociedade industrial (tornando-se pós-industrial), os conflitos de classe, ao estilo do século XIX, foram superados por outro tipo de conflito. As diferenciações de classe ficaram extremamente reduzidas pela universalização da educação e de um estilo de classe média para, praticamente, toda a população. Formou-se, assim, um amplo estrato de assalariados, tanto de blue como de white collars. O próprio empresariado, sem embargo de seus proventos e poder decisório, decorrentes do capital, participa desse estrato como executivo das empresas. O novo conflito social, nas sociedades contemporâneas avançadas, é o conflito entre “provisões” e “titularidades”. A legislação social e os acordos sindicais conferem “titularidades”, independentemente de específicas “provisões” para atendê-las, ocasionando, assim, frequentemente, conflitos entre direitos adquiridos e meios para dar-lhes atendimento. Os atuais debates no Brasil, em torno das aposentadorias, são uma boa ilustração desta questão. Esse tipo de conflito suscita dois movimentos sociopolíticos opostos. De um lado, a classe majoritária (o amplo assalariado), com as demandas de suas titularidades. De outro lado, os “thatcheritas”, ciosos da proteção das provisões disponíveis, impondo disciplina às titularidades.
Nesse quadro, Dahrendorf, como Aron, preconizam um liberalismo radical, que assegure um sadio equilíbrio entre provisões e titularidades.

Os neocontratualistas
John Rawls (1921-2002) conquistou fama tardiamente, com seu livro ATheory of Justice (1971). Retomando a tese do contrato social, Rawls assinala que o que está realmente em jogo não é tanto a questão da legitimidade do poder, de que se ocupavam os utilitaristas, mas as regras de justiça. O contrato social de Rawls é expressamente hipotético. Trata-se de saber o que pessoas racionais contratariam se, ignorando os recursos de cada qual e o lugar que lhes fosse dado ocupar na sociedade, tivessem de estabelecer as regras de justiça. Segundo Rawls, tal situação conduziria à adoção de dois princípios: (1) cada qual deve ter igual direito ao máximo de liberdade compatível com a liberdade dos demais; (2) desigualdades sociais podem ser admitidas, sempre que beneficiem os menos favorecidos membros da sociedade. Tais posições conduzem Rawls a um social-liberalismo.
Robert Nozick (1938-2002), em seu Anarchy, State and Utopia (1974) adota posições divergentes, sustentando, também a partir de premissas neocontratualistas, a necessidade de minimização do Estado, que o inserem na linha do neoliberalismo.
Norberto Bobbio (1909-2004), uma das maiores figuras intelectuais de nosso tempo, se preocupa com o futuro da democracia e com o tipo de boa sociedade e de bom governo realisticamente realizáveis. Seu livro Estado, Governo e Sociedade (1955) é, possivelmente, o melhor compêndio contemporâneo de teoria política.
Segundo Bobbio o bom Estado deve apresentar cinco características básicas: (1) inserir-se num contexto poliárquico; (2) conter limitações de poder; (3) assegurar aos cidadãos participação na adoção de normas; (4) dispor de procedimentos democráticos para a eleição dos líderes e (5) respeitar os direitos civis e cívicos. Como Rawls, Bobbio é um social-liberal e um democrata liberal.

Esse texto é um apêndice escrito por Hélio Jaguaribe no livro O Liberalismo: Antigo e Moderno, de José Guilherme Merquior, publicado pela editora É Realizações em 2014.
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2019.10.17 01:25 Ecstatic_Drop trap / rap 2019 la mejor musica del momento, very good miusic

trap / rap 2019 la mejor musica del momento, very good miusic
El trap es un subgénero musical del rap que se originó en la década de 1990, en el sur de los Estados Unidos.1#cite_note-cr-1)​2#cite_note-topman-2)​3#cite_note-djmag-3)​
El término trap proviene del argot estadounidense para denominar el lugar donde se venden drogas ilegalmente o al hecho de venderla.
La música trap usa sintetizadores, cajas rítmicas, sub-graves, hi-hats de subdivisión binaria o ternaria, y normalmente abundante y en ocasiones exagerado uso del auto-tune y los modos armónicos menores para darle una estética oscura y triste.4#cite_note-4)​ Estas características primarias conformarán el sonido característico de la música trap procedente de productores como Shawty Redd.5#cite_note-5)​
El trap se diferencia de otros géneros por su ritmo, arreglos electrónicos densos y sombríos. Puede ser muy lento y a la vez rápido. El trap mantiene una fuerte influencia del hip hop, tanto estética como técnicamente. Sin embargo, en la mayoría de los casos la métrica de la música trap es considerablemente más sencilla que la del rap tradicional, llegando en ocasiones a ignorar completamente la medida de los versos o la rima. Lo importante no son las notas musicales, sino los efectos sonoros. Esta es la mayor diferencia entre ambos géneros, que a menudo suelen confundirse.6#cite_note-6)​7#cite_note-lexluger-7)​
Surgió a principios de los años 90 con discreta popularidad; el término se originó en Atlanta, Georgia, donde raperos y grupos como Three 6 Mafia, UGK, Outkast y Goodie Mob fueron de los primeros en usar este estilo en su música siendo considerados los padres del trap.
A mediados de los años 2000, el número de raperos dedicados al trap aumentó, empezando a ser reconocido después del éxito de varios álbumes y singles con letras que cubrían temas sobre la vida en el guetto, el tráfico de drogas y la lucha por el éxito social.2#cite_note-topman-2)​ Varias personalidades del Southern Rap, como T.I., Young Jeezy, Gucci Mane y Rick Ross produjeron éxitos que comenzaron a aparecer más fuertemente en discos de mezclas y en emisoras de radio fuera de Estados Unidos.
A principios de los años 2010, la segunda ola de artistas del trap alcanzaron el top de los Billboard y ayudaron a aumentar la popularidad del trap. El productor y pionero del trap Lex Luger ganó popularidad, llegando a producir más de 200 canciones en 2010 y 2011, incluyendo numerosos singles de artistas raperos famosos como Rick Ross con la canción «BMF (Blowin' Money Fast)», H•A•M de Kanye West y Jay-Z. Rick Ross, Future),3#cite_note-djmag-3)​ Young Thug, Kanye West y especialmente Chief Keef puso de moda por su estilo. Muchos utilizan los ad-libs famosos de Keef tales como «aye», «gang gang», «let's get it» (versión de Lil Pump:esskeetit) y «phew» se convirtió en tendencia en el mundo del trap. En varias entrevistas con Playboi Carti, YBN Almighty, Lil Uzi Vert, Lil Pump, Smokepurpp, Ski Mask the Slump God y Juice WRLD dieron crédito a Keef por la mayor influencia de la ola del «mumble rap». Desde el surgimiento de Luger, su sonido característico ha sido de uso intensivo en el trap de los 808, las trampas nítidas, los hi hats de alta velocidad, las teclas de sintetizador y la orquestación de metales, cuerdas, instrumentos de viento y teclados. Muchos de sus sonidos fueron adoptados e incorporados por otros productores del hip hop. Lex Luger y 808 Mafia se consideran los pioneros del trap moderno.

Trap latino[editar&action=edit§ion=2)]

📷Bad Bunny, uno de los máximos exponentes del Trap latino, muy popular desde mediados de la década de 2010.
También llamado en inglés "latin trap", es un subgénero y la versión latina del trap norteamericano. Si bien el trap latino tiene sus primeros antecedentes ya en la década del 2000, fue popularizándose masivamente recién a mediados de la década del 2010, por encima inclusive del reguetón, muchos de sus canciones en conjunto con otros artistas, y hasta a veces una especie de "remix" de los mismos. Algunos de sus máximos exponentes son: Ozuna, De La Ghetto, Bad Bunny, Farruko, Maluma, Arcángel, Anuel AA, Bryant Myers, Lary Over, Paulo Londra, Duki entre otros.
Los primeros artistas en incursionar en el subgénero fueron Arcángel), Ñengo Flow, Randy, De La Ghetto, entre otros, principalmente raperos y cantantes de Puerto Rico. Randy y Arcángel se atribuyeron el haber comenzado a finales de 2006 el movimiento del trap latino mediante canciones como «Me compré un full», «El pistolón» y «Sensación del bloque», a pesar de que en 2007 (año en que esas canciones fueron lanzadas) no se hablaba aún de ese subgénero, ya que no se tenia conocimiento del mismo y se lo relacionaba con un reggaeton simple.[cita requerida]
Así como el reguetón en su momento, el trap latino es duramente criticado por sus letras obscenas, incitando al sexo, drogas, fuerte machismo, infidelidad, etc. Por ejemplo, el sencillo «Cuatro Babys» de Maluma fue fuertemente criticado por su contenido ofensivo hacia las mujeres, según expresó la activista Yolanda Domínguez quien trató al intérprete de machista y misógino e incluso pidió que su vídeo musical fuera retirado de YouTube.8#cite_note-8)​ La polémica rodeó a Maluma durante algunas semanas por el tema, y varios de sus colegas, entre ellos Farruko, opinaron que la controversia surgió debido a que el cantante venía haciendo un tipo de música distinto, estableciéndose como un cantante pop comercial de letras aptas para todos los públicos. A pesar de ello, el sencillo logró alcanzar el puesto 15º en el Hot Latin Songs de Billboard en diciembre de 2016, siendo la canción de trap latino que más escaló en esa lista.[cita requerida]
Posteriormente, el trap alcanzaría mayor acogida con la aparición del puertorriqueño Bad Bunny, quien logró incluir quince canciones en la lista Hot Latin Songs en 2017 y en 2018 logró posicionar 27 en el mismo ranking, contando con numerosas participaciones con artistas como Will Smith, Cardi B y Drake) y la publicación de su disco X 100pre a fines de ese año.9#cite_note-9)​10#cite_note-10)​11#cite_note-11)​ Otros cantantes urbanos como Anuel AA comenzaron a incursionar en el trap latino y acrecentaron la popularidad del género, por lo que muchos otros cantantes de reguetón también graban y lanzan canciones de trap.12#cite_note-12)​

Criticas[editar&action=edit§ion=3)]

La incapacidad del Trap latino para reproducirse en los radios de EE.UU se deriva de la blasfemia y lascivia de la letra. La canción "Cuatro Babys" de Maluma ha recibido mucha controversia sobre sus letras, ya que podría parecer que sugieren violencia directa hacia las mujeres. Se publicó una petición en Change.org exigiendo la eliminación de la canción de las plataformas digitales. A pesar de esta controversia, la popularidad de "Cuatro Babys" solo ha aumentado con la canción que se ha cuadruplicado Platinum. Debido a esto, el trap latino ha tenido un seguimiento grande, pero principalmente odiado.
El 15 de septiembre de 2018, Anuel AA lanzó una canción dirigida a su compañero rapero Cosculluela. La canción fue ampliamente criticada debido a su lenguaje grosero y comentarios ofensivos sobre la homosexualidad y los pacientes con VIH. Debido a la reacción del público, el concierto de Gazmey en el lugar del Coliseo de Puerto Rico programado para el 12 de octubre de ese año fue cancelado por su personal de producción y productor principal, Paco López. Gazmey luego emitió una disculpa por la canción.

Trap en España[editar&action=edit§ion=4)]

El trap llegó a España entre el 2008 y el 2010 con unas primeras pinceladas.[cita requerida] Pero no fue hasta el 2012 que apareció el trap como término musical y pequeños artistas underground empezaron a ganar notoriedad en la escena.[cita requerida] El peso de ser los introductores de este género lo lleva Steve Lean en la producción musical al conseguir hacerse escuchar en la edición del festival Sónar del año 2015, actuando junto a Mala Rodríguez, donde llamaron la atención de la discográfica Sony para publicar con ellos el primer largo.13#cite_note-mundo-13)​
Este grupo (y otros que fueron apareciendo a medida que el género musical iba ganando adeptos) reflejó la sociedad actual en sus canciones y eso hizo que millones de jóvenes se sintieran identificados con el trap cada vez con más fuerza.
Actualmente el trap es un estilo musical que va restando espacio en los medios de comunicación a otros estilos más comunes, como ya sucedió en Estados Unidos y Latinoamérica.
Estos son algunos de los representantes del trap español:13#cite_note-mundo-13)​14#cite_note-14)​

(bibliografia de wikipedia)
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2019.05.30 06:41 fenrir200 Gente que le guste ver streams, ven puro gringo?

Que onda gente. Estoy investigando sobre streaming mexicano y me topé este thread en el que al parecer la mayoría prefiere ver gente en ingles (puro bilingüe aqui jeje). Dan varias razones como que "solo hay streaming en ingles de juegos de los que me gustan" (no se si haya mucho niño rata latino streamer pero que solo juega Fortnite) o que "tienen falta de vocabulario o actitud arrogante".
A lo que quiero llegar es: Que hace falta para que vean a un streamer mexicano? Produccion? Tipo de juegos? Cultura o vocabulario?
Un wey en la thread que linkee pone que la verdad hacen falta streamers mexicanos de calidad y estoy de acuerdo. Entonces que nos falta?
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2019.04.25 19:12 srMayo Ayuda para encontrar una canción

Hola amigos chilenos, saludos desde México
Hace 12 años hice un amigo de Chile por messenger, ambos pertenecíamos a Emudesc un foro donde él subía roms de GBA, nuestras platicas básicamente eran compartir nuestra cultura, qué escuchaban allá, que escuchábamos acá, a ambos nos gustaba el rap/hip hop y nos compartimos archivos de audio con canciones locales.
Yo le compartí una canción de Cartel de Santa antes de que fuera tan famoso, bueno en México, no sé que tan conocido sea en otros países latinos, y el me compartió una canción que no logro recordar de quien era, ni el nombre.
Algunos detalles de la canción:
Es todo lo que logro recordar, si alguien sabe se lo agradecería mucho !Espero no estar infringiendo alguna regla del foro, si es así disculpen no soy hábil en las artes de reddit.
Edit: *algo que recordé.
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2019.03.13 18:39 Zingdong23 LEMAS NACIONALES EN EL MUNDO

El lema es uno de los símbolos patrios menos populares y sin embargo es de los más representativos, porque expone el pensamiento de los padres fundadores durante la construcción de un modelo nacional. Esa magia de que en 3 o 4 palabras podés resumir la idiosincrasia de un pueblo.
Tal es el caso de los países civilizados:
FRANCIA. Liberté, Egalité, Fraternité. La pucha cuanto significado en una frase. No hay libertad más rica que la de las cabezas nobles rodando por París y no hay más igualdad que la de la inevitable guillotina. Este eslogan lo dijo en 1790 el prócer jacobino Robespierre, y a pesar que fue modificado por distintos regímenes, los franceses para el siglo XX se dieron cuenta que su esencia es tan revolucionaria e igualitaria a costa del trabajo africano esclavo como en 1789, y repusieron el lema.
ESTADOS UNIDOS DE AMÉRICA. In God We Trust. Durante mucho tiempo los norteamericanos se reunían acompañando el saludo del buenos días con E Pluribus Unum, un dicho latino que aparece en su sello nacional y en su moneda; significa “De muchos, uno” y referencia la habilidad política de haber atravesado una Guerra Civil, saquear a sus vecinos, exterminar a las comunidades indígenas, etc. para conformar una gran Nación entre 50 estados. En 1956 el Reverendo Watkinson le pidió a Eisenhower escoger un lema oficial que combatiera la subversión atea, y entonces eligieron “En Dios confiamos”. Parece que a los sectores progresistas no les cayó muy bien.
ESPAÑA. Plus Ultra. “Más allá”, en latín. La inocencia de Carlos V Rey de España y del Sacro Imperio Romano Germánico le hizo retrucar la frase mitológica Non Plus Ultra escrita en los Pilares de Hércules supuestamente en el estrecho de Gibraltar, demarcando el fin del mundo. Con los siglos, España pasó de ser la Madre del Nuevo Mundo y la Nación en Expansión; a la cabeza de África y el culo de Europa.
SUIZA. Uno para todos, y todos para uno. Técnicamente suiza no tiene lema oficial. Como tampoco tiene cultura propia, idioma propio, sistema financiero propio. Inspirados en esta tradición de copiar a los demás, el gobierno repetía en 1868 esta frase de Los Tres Mosqueteros para incentivar a la ciudadanía a colaborar en las reparaciones de La Catástrofe de las Inundaciones. Lo repitieron mucho y les quedo como apodo.
REINO UNIDO. God and My Right. “Dios y mi derecho” es el lema Real. Se supone lo dijo Ricardo I como grito de guerra en La Batalla de Gisors, mientras concedía sablazo y escudazo a los franceses. ¡Cuántos líderes británicos nos han inundado con reconocidos dichos de la historia!: El dramaturgo Jerold dijo una vez “Si un terremoto hubiera de tragarse mañana a Inglaterra, los ingleses se las arreglarían para reunirse y cenar en cualquier parte, entre escombros, para celebrar el acontecimiento”; supo decir el escritor británico Maugham “Para comer bien en Inglaterra es recomendable desayunar tres veces”; o el valeroso e hidalgo Ricardo III que, según Shakespeare, escupió antes de morir en el campo de combate “Mi reino por un caballo”.
Los más brutos y salvajes países de la región latinoamericana también tienen puntos en común:
MEXICO. La Patria es primero. La frase la pronunció el caudillo Don Vicente Guerrero, cuando corría el año 1819. La Independencia mexicana parecía flaquear, y astutamente el virrey Juan Ruiz de Apodaca prometer conceder un indulto a los rebeldes a cambio de la deposición de armas. Pedro Guerrero, padre de Vicente y realista, es enviado a dialogar con su hijo para negociar los términos de la rendición. Mientras suplica Don Pedro, el general Vicente Guerrero pronuncia: “Señores, este es mi padre que ha venido a ofrecerme el perdón de los españoles y un trabajo como general español. Yo siempre lo he respetado, pero la Patria es Primero”
ARGENTINA. En Unión y Libertad. Expresión utilizada por primera vez como lema en las monedas de plata y oro acuñadas en Potosí por orden de la Asamblea del Año XIII​ durante la guerra de la Independencia emprendida por las Provincias Unidas del Río de la Plata para emanciparse de la corona española.
El lema (no oficial) Uruguayo es Libertad o muerte. El lema Colombiano es Libertad y Orden. El lema Ecuatoriano es Dios, Patria y Libertad que coincide con el lema Dominicano. En general los lemas característicos latinoamericanos son frases emancipatorias del Reino Español; esto tiene que ver con que la construcción de un Estado Nación propia estuvo relacionada con la liberación de un órgano imperial y las élites criollas tuvieron motivos específicos de sublevación ante la poca representatividad que pretendían otorgarles la metrópoli. Incluso parte de esta lógica el famoso lema del tan entrañable vecino andino Por la razón o la fuerza (Chile).
Los lemas internacionales también presentan una diversidad interesante:
INDIA. La verdad sola triunfa. “Satyameva Jayate” en devanagari. Es un mantra hindú que se adoptó como lema en 1950 ante la constitución de la República India. La proclama reivindica luchas independentistas como la de Gandhi, fiel a una tradición estoica y antibelicista.
CHINA. 起来! 不愿做奴隶的人们! o ¡Levantaos, aquellos que rehúsan ser esclavos!. Es uno de los lemas chinos, inscripto también en su himno. Las historias populares sugieren que la letra del himno fue escrita en papel de tabaco antes de ser arrestado su autor en Shanghái y ser encarcelado por el Kuomintang en el año de 1935. La canción, con alteraciones menores, resurgió como tema patriótico en el año de 1935 en la película hijos e hijas en tiempo de tormenta. Fue usado oficialmente en 1949 en la Conferencia de Praga.
SIRIA. Unidad, libertad, Socialismo. Lema acuñado con la llegada del Partido Baaz al gobierno con el golpe de Estado en 1963. Partido pan-árabe de una fuerte tendencia nacionalista y secular, con una definición de socialismo no marxista.
CANADA. De mar a mar. Sin palabras.
FIYI. Teme a Dios y honra a la Reina. Contundente aliado de la Commonwealth.
Por último, los lemas históricos de las eras pasadas:
SACRO IMPERIO ROMANO GERMÁNICO. Hágase la justicia aunque perezca el mundo. Lema propio, en realidad, de Fernando I emperador desde el año 1558.
REINO DE PRUSIA. A cada uno lo suyo o Suum cuique, en latín. Y a los franceses les tocó la peor parte parece. Recordemos a este Reino, que supo poner a los galos de rodillas, como se debe.
Y como no recordar a las repúblicas socialistas que pusieron mucho empeño en cada identidad nacional: República Soviética China, ¡Proletarios de todos los países, uníos!; República Soviética Húngara, ¡Proletarios de todos los países, uníos!; República Socialista de Rumania, ¡Proletarios de todos los países, uníos!; Unión Soviética, ¡Proletarios de todos los países, uníos!
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2019.01.03 01:41 Aetheriusman Liberalismo na América Latina sofre não graças as politicas, mas graças ao povo.

É um triste fato que afeta não só o Brasil mas a todos deste continente, boa parte considerável do povo latino é pobre de espirito, prefere receber sem fazer, mesmo que custe a economia do pais e o bem estar de todos.
Boa parte do povo quer sim, receber de R$ 100,00 á R$ 1.000,00 de bolsa do governo, ter o salario minimo cravado em uns deliciosos R$ 1.600,00 e tudo quanto é serviço publico de "graça", mas oque eles não querem é a economia desgastada, a inflação e a instabilidade social que acompanham esse desejo de alma pobre.
Não podemos negar que, a América Latina, mesmo que desgastada e falha, só se mantém viva e graças aqueles que geram emprego, mesmo que boa parte dessas pessoas sempre cometem algo errado aqui e ali, o famoso "jeitinho brasileiro", que na verdade não passa de desonestidade, ganancia e enganação.
Boa parte do povo latino sofre uma severa crise ética e moral que nenhum populista conseguira extinguir tão fácil.

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2018.12.15 19:16 dragobonacich "Solo De Mí" es el nombre de la nueva canción del famoso interprete de trap latino Bad Bunny, en el que sale de lo convencional y recurre a un ritmo mas relajado y letra íntima, en un tema que le dedica a su ex pareja. Video oficial aquí

submitted by dragobonacich to NoticiasdeMusica [link] [comments]


2018.11.09 06:52 SrvNoticias Los más famosos "youtubers" latinos llegaron a Lima para el Entel Media Fest 2018

Los más famosos submitted by SrvNoticias to latinos [link] [comments]


2018.11.08 22:41 Komplisexblog LO QUE LLEVAN GANADO ALGUNOS FAMOSOS LATINOS

LO QUE LLEVAN GANADO ALGUNOS FAMOSOS LATINOS submitted by Komplisexblog to u/Komplisexblog [link] [comments]


2018.04.18 04:22 orb-override Invitación a compartir sus cuentos, historias y leyendas de terror (en español, por su puesto) en r/Miedo

¡Hola a todos!
Tras haber solicitado permiso a los mods para hacer este anuncio, quisiera cordialmente invitarlos a nuestro canal Miedo, donde platicamos de cuentos, leyendas, relatos y todo lo relacionado con temas de terror pero en español.
A muchos latinos y/o hispanohablantes nos intrigan y fascinan estos temas; realmente se encuentran en el corazón de nuestras culturas. Por ejemplo, en el caso de Uruguay, las luces malas y el lobizón son muy famosos y sin duda parte del folclor del país.
Todos tenemos un relato de algo inexplicable o tenebroso, propios o de alguien más; a mí en particular me fascinan los cuentos de los abuelos, sobre todo si son contados en familia y con las luces apagadas.
Es un canal abierto con espíritu positivo - más de entretenimiento y misterio que de superstición.
Les dejamos esta invitación abierta y los esperamos con gusto.
¡Muchas gracias y un afectuoso saludo a todos uds.!
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2017.12.14 22:53 alexitillo Noticias, actualidad, todo latinos! Esto es de todo y para todos. Cubanos, Venezolanos, Bolivianos, Puerto Rico, Colombia que paso? Comentarios de la vida de su pais, de politica, chistes, mujeres, hombres, pelis, famosos, todo lo que este permitido por reddit esta permitido Por Latinos!

Noticias, actualidad, todo latinos! Esto es de todo y para todos. Cubanos, Venezolanos, Bolivianos, Puerto Rico, Colombia que paso? Comentarios de la vida de su pais, de politica, chistes, mujeres, hombres, pelis, famosos, todo lo que este permitido por reddit esta permitido Por Latinos! submitted by alexitillo to HispanicLegal [link] [comments]


2017.11.29 16:26 jeff98379 [EL PAIS] Muere Magín Díaz, el juglar colombiano que se hizo famoso a los 97 años, cuando ganó un Grammy Latino https://t.co/moQt6uz9Ck

[EL PAIS] Muere Magín Díaz, el juglar colombiano que se hizo famoso a los 97 años, cuando ganó un Grammy Latino https://t.co/moQt6uz9Ck submitted by jeff98379 to newstweetfeed [link] [comments]