Cara introvertido

Eu me sinto estranho, eu sou estranho pra caralho

2020.10.20 03:53 Control-Much Eu me sinto estranho, eu sou estranho pra caralho

Geralmente eu não sou um cara de pedir auto-ajuda, sinceramente esse é meu primeiro post aqui no Reddit, (acredito que já lurkei o suficiente) a real é que eu fui abusado pela amante do meu pai bem novo. (ela tinha 24 e eu tinha 8) isso se perpétuo até meus 13 eu acho com isso a infame desgraçada além de enfiar o dedo no meu rabo conseguiu me transformar em um garoto bem introvertido e quieto, logo, um punheteiro bem novo ela conseguiu me “depravar” bem novo fazendo eu me tornar uma batata social que vivia em função de realizar os desejos pedófilos dela, na real é que eu me sinto culpado por gostar disso além dela ser amante do meu pai e morar na minha casa como se fosse filha da minha mãe (ela simplesmente agiu como santa para ser acolhida pela minha mãe, a mesma tratava ela como minha irmã) logo isso me fez desenvolver vários problemas como fobia social e problemas de insônia pós ela fazia questão de me “felar” a noite assim quando bem entendia, eu geralmente falava não e que ela não podia fazer aquilo comigo então ela tampava minha boca com a mão e continuava.
A longo prazo isso me ferrou de diversas formas tanto nos meus relacionamentos, quanto na vida social e profissional. Além deu ter ereções aleatórias, isso não parou nem depois da puberdade. Eu sou um viciado em pornografia e sexualizo coisas simplesmente não saudáveis, claramente minha mente se tornou perturbada depois daquilo, mas eu nunca desenvolvi um quandro mais sério quando eu era novo, não comparando do que eu desenvolvi uns anos para cá.
Bom, assim que eu cheguei nos 14 e arrumei minha primeira namorada é que eu tive uma epifania, a primeira é que minha vó é uma arrombada (ela simplesmente impatou a minha primeira foda porque minha mãe pos ela de babá para não deixar eu meter o boneco na menina, depois que minha vó expulsou ela da minha casa logo depois essa garota terminou comigo) a segunda é que minha vida não tinha muito sentido as pessoas me usavam para ter o que elas queriam seja prazer momentâneo, objetos, serviços ou apóio moral e logo depois me descartam como um trapo velho, isso tudo veio junto com a morte do meu tio com 42 facadas na barriga, querendo ou não meu tio além de um grande cheirador de coca, era um dos meus melhores amigos (Ele me mostrou jogos online, lan houses, amigos, e cuidava de mim verdadeiramente sem pedir nada em troca além de um dinheiro para ele comprar um saquinho da fininha as vezes) Ele simplesmente curou minha fobia social e fez eu ter a infância que eu tinha perdido por ser um escravo sexual sem amigos de uma deposito imunda que nunca se importou comigo.
Assim que ele morreu meu mundo desabou foi a primeira experiência com a morte que eu tive, logo de alguém tão próximo, isso me quebrou de diversas formas.
Com isso veio a inevitável depressão eu literalmente só existia para um propósito merda, eu comecei a fumar cigarro para passar a ansiedade bem novo com 15 eu já fumava os “diversos” aquilo me trazia a sensação de leveza, mesmo que fosse uma paz momentânea, era como se meu cérebro parasse de “autistar” (eu sou hiperativo) mesmo eu queimando cada sinapse cerebral que eu tinha, aquele amargo na boca me deixava calmo.
Meu vício e depressão perduraram até um webnamoro merda que eu tive em que eu acreditava que era a “garota perfeita” pura ilusão de um emocionado eu realmente pensei que eu poderia vê-la, ter uma família com ela, conseguir consertar as merdas que eu fiz para mim mesmo e começar a amar o falo ambulante que as pessoas acham que eu sou, eu simplesmente dei tudo para ela e durante os primeiros 7 meses foi tudo ok, era muito amor e muita consideração minha, pois eu sou um cara muito “good guy”, ela tinha uma depressão bem forte por conta do pai abusivo e da mãe ausente (o pai dela é pastor e espanca os filhos, fica bêbado, vive na degeneração, bolsominion) esses pontos que geraram uma “femcel” esquerdista e bissexual.
Ela era fofa, eu achava que estava apaixonado, mas como todos os meus namoros ela só meu usou porque não tinha nada melhor. E me trocou por um ex paulista “femboy” que exigia nudes dela e a travata como lixo, simplesmente eu me sentia muito culpado, pois eu tinha me iludido em algo que claramente não tinha futuro, mas eu sou extremamente carente então o melhor encantamento para me levar no bolso é dizer que me ama, independentemente da circunstância, literalmente ela dizia coisas para eu me sentir horrível comigo mesmo e logo depois dizia que me amava, eu me sentia abraçando um cactu mesmo que não fosse de “verdade” era a primeira vez que alguém falava que me amava, eu entrei em pânico, mesmo eu sabendo cada segundo que aquilo não era o certo a se fazer e eu estava regredindo.
Querendo ou não ela me ajudou a superar uma fase da minha vida, mas eu nunca parei de me sentir um objeto. Na real eu ainda tive mais certezas disso eu simplesmente sou um dildo de plástico que estou na gaveta para quando elas não têm ninguém. (não eu não me considero bonito, longe disso eu to mais para brasileiro morador de periferia padrão)
Logo depois disso eu quis adiar o problema e começar a sair mais com meus colegas e meu primo começou a morar aqui por volta de 3 meses foi tudo tranquilo até que fomos num “hokah” (buteco adolescente) nós juntamos lá, eu comecei a beber até que perdi a inibição e comecei a ir em toda mulher que eu via pela frente igual um macaco, a primeira me achou simpático e me puxou pro canto quando tudo já ia dar certo um colega me barrou dizendo que ela já tinha “dono”, eu ri e meti um “a gente divide, né pae” meu colega riu muito, por ele conhecer ela a mais tempo eu decidi não “profita-la”, mesmo com ele não conseguindo pegar ela depois, por pura consideração pelo cara, eu fui em outras 6 depois dessa e tomei fora de todas e ganhei um apelido de 7.
Na real é que as garotas agora me viam como uma piada que está lá para quando inflar o ego delas para quando elas precisam, tradução literal: “esquento para um babaca com grana comer”. Esse foi um dos momentos mais WTF possíveis na minha vida se não fosse a briga com meu primo que rolou depois. Ele ouviu o que eu tinha comentado com o meu colega e como as pessoas gostam de me oprimir inventaram uma história vergonhosa sobre meus foras para parecer herói na frente no irmão do meu melhor amigo, e como o resto dos meus amigos de infância babam o ovo do meu primo eles literalmente concordaram com ele criando 3 histórias diferentes do ocorrido literalmente forçando que eles eram “os heróis que salvaram o pequeno betinha de ser cobrado na saida do butequinho”, além do meu primo viver se achando o bonzão ele era um gigolô da porra em casa e só aproveitava não dando uma foda para minha mãe, sendo que ela fazia das tripas coração pro arrombado ele nunca tratou ela do jeito que ela merecia, eu cobrei a mentira que ele inventou e simplesmente fui contra toda a minha rodinha de amigos sendo fraco e falho.
Eu não deixei ele falar toda aquela merda sem ter penalidades, mesmo implorando para ele parar de falar e párarmos de discutir, ele veio para cima eu dei um no queixo e na orelha.
Foi o suficiente para deixá-lo katinguelê, então ele me ameaçou de pegar uma faca para mim, então eu quebrei uma bacia de vidro e com a mão e com os cacos sagrando na minha mão eu falei “tu meu irmão, que viveu a vida toda comigo, vai me furar, na nossa casa, com a nossa família aqui, NA MINHA CASA?”. Além de jogar umas coisas na cara dele porque ele merecia.
Foi o suficiente para minha mãe expulsar ele de casa, meus amigos acharam que eu armei para ele e a pessoa que literalmente passou 16 anos da vida ao meu lado meu melhor amigo chupou o ovo do meu primo, vendo tudo que ele diz como verdade absoluta.
Mais cedo ou mais tarde íamos brigar eu acabei de brigar com outra pessoa que viveu a vida toda ao meu lado, isso para mim, é frustrante porque literalmente eu sou dependente de toda emoção positiva que as pessoas têm por mim, ele usou o argumento que eu sou “mimado” por não ter nada da forma que eu quero, mesmo eu saindo errado em tudo quase sempre. Esse argumento ele valida falando que “eu tive tudo na vida agora não aguento perder”, eu esqueci de falar que a amante do meu pai antes de ser pega pela minha mãe roubou todo o dinheiro do meu pai e sumiu do mapa.
Meu pai trabalha no comércio então com a crise, inflação, copa do mundo, carnaval e covid. A gente sempre passa um aperto aqui e alí.
Eu simplesmente sou muito sensível a essa merda eu não sei porque esse padrão aleatório de merda me segue e eu não consigo ser feliz, ou do porque eu me importar com isso.
¹Edit: eu comecei a gostar de trans então a tampa do bueiro leva ao esgoto, por isso eu to aqui. ²Edit: eu me sinto sozinho e vulnerável ³Edit: eu sinto que a minha solução seria uma pessoa que sofreu tanto quanto eu para me entender verdadeiramente. ⁴Edit: esse post é frescurento para um caralho, pois eu sou horrível contando algo então essa merda parece pura frescura, mas foi traumático cada segundo ⁵Edit: apanhei para caralho na escola quando era muleque por ser esquisito ⁶Edit: minha irmã não me suportar e tentou me matar usando um iPhone 6 plus, ela quebrou ele na minha cabeça 8 (pontos). ⁷Edit: tentei me matar usando cabo de extensão no box do banheiro e pulando de uma cachoeira.
⁸Edit: é minha primeira vez sendo op aqui, não tenho muito experiência.
Also, acho que embananei essa porra para caralho e não cheguei em lugar nenhum, mas eu precisava de um lugar para postar essa merda sem polimentos com esses pensamentos abstratos antes que eu comece a chorar pelo quão random essa merda de vida é.
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2020.10.19 06:42 CummyBear3462345 (Throwaway) Resumo da minha vida social no ensino medio

Só isso mesmo, gostaria de desabafar sobre como foi (o texto vai ser longo). Para dar algum contexto estou terminando esse ano, sou de escola publica, não tenho muita perspectiva para o futuro, estou brigando mentalmente comigo mesmo por causa de algumas coisas que não vou especificar, alem do mais sou bem introvertido e não tenho amigos no sentido literal, então algumas coisas que vou contar podem estar extremamente romantizadas. No primeiro ano eu ja havia perdido a maioria das amizades dos anos anteriores, entre eles o V, que se afastou sem motivos claros, me lembro que uma vez perguntaram para ele o porque de eu ou ele ter se afastado e respondeu que tinha a ver com o fato de eu ter afirmado que ia me distãnciar por causa do linguajar dele (eu tinha familiares na escola, e digamos que eu "faço parte" de um grupo religioso extremo e caso isso chegasse aos meus pais vocês já sabem), so que no contexto em que afirmei aquilo, pelo que eu me lembro, não era sério. Eu não culpo ele, afinal eu não esclareci minha situação, alem do mais eu não sou grande coisa nossa amizade era baseada em falar besteira e jogar no celular e não gosto de jogar futebol, no maximo volei, e não sou muito aberto para novas experiências no geral, basicamente tudo que é importante aos grupos populares e até de "nerds". O V éra o centro do grupo de, como se poderia descrever ? Nerds de classe média que quase não namoram e são tecnicamente populares, e um dos motivos de eu ter me afastado desse grupo era a chegada do JV. No começo ele era um cara legal e aos poucos me substituiu entre os "amigos", e quando eu tentava me aproximar do grupo acima mencionado ele me botava para baixo, basicamente caçoando da minha aparência fisica/jeito de andar igual a um robô, pior que eu gostava dele, sim eu sou gay não assumido, o cara basicamente circulava entre as caracteristicas de um zé droguinha gamer e me. Eu só "observava" o grupo a distãncia, as vezes bem proximo (coinsidentemente quando o JV não estava presente) ou isolado. Basicamente no primeiro ano eu me aproximei mais dos caras de outras salas, diga-se de passagem idiotas mas com personalidades parecidas com as minhas, totalmente desligado do ambiente da minha sala e até excluido de grupos para realizar trabalhos importantes, eu perdi nota por ter me isolado. A partir do ano seguinte (2019) era a mesma coisa só que o grupo de "amigos" da outra sala se desfez, a partir daí era questão de saúde mental me aproximar de alguem, no maximo fiz amizade com um cara do ultimo ano, mas não era o suficiente. Eu fiquei me perguntando o porque de eu não ter dificuldade de me aproximar, poderia ser pelos meus interesses, falta de acesso a celulares e games novos, ou algum problema mental que me torna incapaz de interagir de maneira inteligente/normal com as pessoas e por ai vai. Mesmo assim consegui me aproximar jogando Uno com o pessoal, mesmo eu sendo lento, tomando decisões idiotas, e sendo excluido muitas vezes eu insisti kkkkkk. A partir do meio do ano passado o JV foi embora, e eu me aproximei lentamente do pessoal da sala, e tive um ano melhor no geral, e com esperança de que 2020 ia ser a oportunidade de melhorar minha interação com os outros ou mudar minha vida no geral, só que daí alguem mordeu o morcego/pangolim e aqui estamos fazendo atividades a distãncia, e o maximo de contato (conversa) que temos é por meio de um grupo de whatsapp compartilhamento de atividades por materia que deu errado, afinal só eu e mais dois compartilhamos atividades (agora eu sei porque o comunismo não funciona). Portanto se você é adolescente e acha que sua vida social é fudida imagina a minha.
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2020.09.25 09:44 CodeCanto Como está o mercado de trabalho para engenharia de controle e automação no Brasil? Alunos de universidades federais tem alguma vantagem pelo “nome” da mesma ou é só balela do povo? Ps: conseguir emprego sem ajuda de peixes, só com o estágio obrigatório...

Gostaria de saber a verdadeira situação no Brasil, atualmente faço engenharia ABI numa federal e provavelmente optarei por controle e automação ou eletrônica, porém, estou de olho em engenharia de software por gostar da área de programação e desenvolvimento de softwares, sistemas e apps, e por ser uma das profissões do futuro, estou pensando seriamente em trancar o curso de 5 anos na federal presencial para cursar engenharia de software no formato EAD em 4 anos em uma particular como a Infnet, por exemplo. Moro em Pernambuco. Vale a pena ficar 5 anos se matando pra estudar pra ver se arruma emprego nessa área da engenharia no Brasil?
Minha situação: classe média quase baixa, menos de 500 conto na poupança, 21 anos, dependente dos pais, enorme força de vontade pra sair dessa dependência, introvertido (poucos contatos), gostaria de trabalhar em casa conciliando com meus estudos(não quero esperar 5 anos estudando que nem doido e ver se arrumo um emprego pra começar a ter dinheiro no bolso) tenho visão de ser empreendedor e não ser empregado. Porém, preciso ser empregado antes pra juntar capital e abrir empresa. Porque não tenho dinheiro nem pra morrer. Tenho feito cursos de marketing digital e vi que o mercado digital é próspero e ainda é considerado novo aqui no Brasil. Pelo que observei, fazer engenharia de software ou cursos de programação web, me ajudaria bastante caso eu entrasse de cabeça no mercado digital, criando softwares para ajudar pessoas da área. E até abrindo um tipo de agência digital.
-Outra pergunta: Pra ir trabalhar no exterior, qual dessas engenharias que citei tem maior probabilidade de conseguir emprego?
-O que você faria na minha situação? Continuaria na graduação na federal e depois faria uma pós em engenharia de software, ou partiria logo pra engenharia de software e já aplicaria o que aprendeu no mercado digital com alguns projetos como empreendimento inicial?
Ps: Nunca tive sonho de ser engenheiro, ou ser o cara de alguma profissão, apenas quero ter uma estabilidade financeira que me proporcione certa liberdade, melhorar a vida dos meus pais pra que vivam o resto de suas vidas com o mínimo de preocupação possível. Apesar de não estar morrendo de fome e ter um teto, nesse último ano, fiquei com isso na cabeça, não tenho carro, nem moto, nem uma bicicleta. Sou um otario com muita força de vontade e inteligência, sem recursos financeiros e dependente dos pais. Evito até de ter relacionamento sério por ser dependente de outros e não só de mim.
-Alguém mais se identifica? Qualquer coisa diz aí pra eu saber que não sou o único “otário” daqui...
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2020.09.24 02:43 LeBushBird Anécdota(s): CDMX a las 3 de la mañana

Por ahí de las 10 de la noche, me han robado mi celular varias veces, un señor me arrimó la verga pensando que era mujer, una vez estuve cerca de un tiroteo (Yo no estaba ni enterado, me dí cuenta que algo estaba pasando cuando ví que le aventaron cuetes a una patrulla, y ya luego mis amigos me dijeron que ellos sí escucharon disparos) y a pesar de eso, considero que he tenido una vida afortunada en cuanto a seguridad se refiere.
Varias veces me dió por salirme de casa a altas horas de la noche y en algunas ocasiones estuve varias horas ahí afuera (normalmente me salía a fumar o a comprar cosas en el oxxo). Para mi sorpresa y la de mis amigos, nunca me pasó nada esas veces que me salía de casa a las 3 de la mañana, hasta tengo la sospecha de que es más probable que te pase algo a las 10 de la noche que a las 3 de la mañana, pues la gente todavía tiene actividades. Me salí varias veces, pero la mayoría no pasaba nada, así que nadamás les voy a contar las veces que más recuerdo.
El del oxxo llamó a la policía: Me salí a comprar una bolsa grande de chips fuego, como siempre hacía, pero en esta ocasión el del oxxo se tardó en abrirme y yo me puse a esperar bien tranquilo. Era muy paciente y la verdad no me dí cuenta de cuánto tiempo llevaba ahí, al parecer estuve ahí un buen rato, pues llegó la policía a preguntarme cosas como qué estaba haciendo ahí, mi nombre y no recuerdo qué otras cosas. Hablé con ellos y supongo que no encontraron nada malo, pues simplemente se despidieron y antes de irse, me dijeron que habían llamado de adentro del oxxo. Al saber eso, me molesté y seguí afuera, pero ya no por paciencia, sino por molestar y me decidí a esperarlo hasta que amanezca y no tuvieran otra opción que abrirme. Soy muy introvertido y nunca dije nada, pero tenía ganas de gritarle "Sé que te estás durmiendo atrás de los refrescos, véndeme unas papas, culero". Finalmente amaneció y llegó una señora en moto a entregarle unos periódicos, así que a huevo me tuvo que atender. Recuerdo muy bien cómo nos vimos a la cara con odio. Yo estaba molesto, pero feliz de haber logrado que ese wey no duerma en paz conmigo afuera.
El caminero (adjetivo): Como no quería que mi casa huela a mota, normalmente me salía a fumar y en esta ocasión tenía mucho por fumarme, así que iba a estar un buen rato ahí afuera y pensé "Pues me voy caminando al centro de Coyoacán" (vivía relativamente cerca, así que no tuve problema). Una patrulla me llegó a ver fumando, pero no me detuvieron, supongo que estaba vacía o los polis no querían trabajar. Igualmente entré en modo pánico y ahí andaba medio asustado caminando al centro de Coyoacán. Llegando ahí, muy estúpidamente pensé que no había tenido suficiente y fui al parque Santa Catarina porque ahí hay un árbol de floripondio. No tenía flores, así que me puse a buscar hongos alucinógenos (una pendejada, porque no suelen crecer en la ciudad, pero ya ven cómo piensan los drogadictos). Me puse a caminar sin fijarme por dónde iba, simplemente estaba interesado en las jardineras. Así estuve un buen rato, hasta que me dí cuenta que me había perdido y no sabía en dónde estaba, ahí volví a entrar en pánico y seguí caminando derecho esperando llegar a una zona que sí reconociera... Y lo logré, estaba en donde se cruzan Insurgentes y Tlalpan, había llegado caminado hasta El Caminero. Obviamente me había tardado un chingo y faltaban unos minutos para que amaneciera, no tenía dinero y con mucha pena le pedí a unos señores que atendían un puesto que si me podían dar 5 pesos para uno de esos peseros que recorren Tlalpan, me dieron como 7 pesos y me regresé a casa.
Como dije, me salí varias veces, pero esas dos son las que más recuerdo, otras ocasiones pasaron cosas más cortas de contar, como cuando me corrieron de casa (por drogadicto) y me fui a dormir a un motel, afuera había unas señoras de pie (no sé qué hacían ahí, supongo que eran prostis) y una de ellas me saludó con un tono obviamente coqueteando, pero simplemente la ignoré. Otra ocasión, me encontré con dos chavas que estaban borrachas, a diferencia de las prostis, estas sí me detuvieron y me pidieron dinero para un tonayan, yo nadamás tenía como 3 pesos y los aceptaron, pero igualmente ofrecieron subirme a su carro y chupármela, les dije que no, porque me daba miedo en qué pudo haber terminado eso. No insistieron, no parecían ser agresivas ni tampoco parecían ser prostitutas, pero aún así... No.
Por algún motivo, cada vez que me encontraba a alguien a esas horas, era casi de a huevo que me iban a decir algo, ya sea pedirme dinero, coquetear o simplemente gritarme "SACA LA MOTA" y pues eso me mantenía en estado de alerta
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2020.09.18 07:38 jhowjhow_ Ser introvertido me fez ser infeliz

Não falo em ser anti social, mas sim introvertido e timido. Nunca tive com quem conversar sobre qualquer coisa, mas não acho que isso seja o culpado.
Tenho receio de nem conseguir ficar com alguém por causa disso. É algo que não sei se me deixa aflito ou algo do tipo. Quer dizer, claro que eu fico meio triste, pra baixo as vezes. Mas sempre penso comigo mesmo que uma hora isso acaba.
Cara até hoje só tive uma namorada, a gente ficou junto durante uns 2 anos e meio. Foi muito legal. E foi a primeira e última mina que eu fiquei.
Tenho 20 anos, tô um pouco gordinho mas não me considero um cara feio, acho que sou normal. Me importo bastante com minha aparência, tento sempre ficar apresentável, mesmo não tendo muita grana pra ficar comprando roupa. Então a máquina de lavar trabalha 7 dias por semana kkkkk. Pelo menos a roupa fica cheirosa.
Não me considero como alguém indesejável ou chato de se ter ao lado, acho que meu maior problema era não saber manter um papo ou algo assim, mesmo eu me esforçando ao máximo. Antes era pior, mas ultimamente tô muito mais maduro em relação a isso, agora já consigo conversar normalmente com outras pessoas sobre vários assuntos.
Eu tenho muito problema em me expressar, já que como não tenho com quem falar, acabo que guardo tudo pra mim mesmo. Nem com minha mãe eu consigo me abrir. Sei que faz mal, mas não consigo falar o que tá acontecendo comigo.
Provavelmente eu acabei botando na minha cabeça que ninguém nunca tá nem aí pros sentimentos dos outros, então não tem necessidade de me expressar. E eu sei que isso não é totalmente mentira.
Sou muito na minha, mesmo não querendo eu acabo não falando muito. Mas não é por que eu não quero, mas sim porque não tenho muito jeito.
Agora mesmo tô me embolando nas palavras pra escrever aqui.
Nem sei se vou postar porque acho que acabei nem falando o que eu queria no começo.
A foda c.
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2020.09.13 16:56 MatadordeGado A ESCOLA é um verdadeiro INFERNO.

Cheguei a conclusão de que a escola é uma prisão para pessoas que sequer cometeram algum crime na vida. Passei 13 anos da minha vida nessa porcaria. Não aprendi nada de muito relevante, muito por conta dos conteúdos serem pessimamente explicados e da escola e/ou dos professores em geral nunca fomentarem a curiosidade do aluno. Apenas despejarem livros, livros e mais livros na sua cara e aquela sistema de cópia de texto infernal.
Nunca me senti motivado ou instigado a querer estudar, pesquisar, querer entender de fato um assunto, só fazia pois era obrigado a fazer. Outro problema que tive com professores era a falta de atenção que eles davam a mim e mais algumas outras pessoas. Sempre fui um pouco tímido e introvertido na escola, e o tratamento que os professores dão para esse tipo de pessoa é lamentável. O que eles fazem é isolar essa pessoa em um canto da sala, e formar "panelinha" com os alunos mais populares, falantes da classe. Ao qual eles chegavam até a romper a barreira professoaluno e se tornavam amigos dessas pessoas, enquanto os mais "desinteressantes" ficavam de escanteio.
Outro problema é o ambiente, e claro, as pessoas. Na escola você tem que estar durante 5h ou mais, 5 dias da semana ou mais, em um ambiente desagradável e com pessoas que você detesta, mas é obrigado a estar. Pessoas chatas, fúteis, egocêntricas, rasas. Resultado? Desenvolvi uma forte ansiedade que levo comigo até os dias atuais, devido a essa pressão, devido ao descaso dos professores, devido as pessoas, devido ao ambiente pouco interessante, devido a falta de propósito, enfim.
Se eu fosse ficar aqui citando todos os problemas e situações constrangedoras que eu já passei na escola, eu ficaria umas 3 horas digitando. Desde ser roubado á sofrer bullying por ser gordo, ter que atuar numa peça de teatro onde a classe ria de mim, aulas vagas, cortina da sala vandalizada pegando fogo, goteiras pra todos os lados, rato saindo da sala, levar suspensão por "supostamente" correr no recreio, ser rejeitado, levar uma cagada de pombo na aula de educação física, ser horrível nos esportes, jogar a bola de vôlei sem querer em cima do telhado da escola e ter que ir buscar mesmo tendo um medo fodido de altura, tomar um mata-leão e apagar na sala, ser confundido com um outro aluno com o mesmo nome que o meu e ter meus responsáveis chamados na escola sem ter feito nada, enfim. Essas foram apenas algumas das situações traumáticas que eu passei na escola.
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2020.09.06 14:17 DemonFranco É possível mesmo duas pessoas se relacionarem de forma PURAMENTE sincera?

Até os 18 anos (hoje tenho 22) eu fui extremamente introvertido, com pouquíssimo contato com a realidade do mundo. Desde moleque desenvolvi uma vontade muito forte de ter aquele clássico relacionamento vitalício (não perfeito, mas no mínimo sincero e recíproco) que se vê em filmes de romance ou animes tipo Naruto. Na verdade, lá no fundo, ainda tenho essa vontade. Mas essa vontade foi minha perdição, pois dediquei demais à pessoas que não estavam dispostas a fazer 5% do que eu estava.
A primeira decepção foi com, claro, meu primeiro amor: nunca amei tanto alguém como amei aquela garota. Fiz de tudo pra me aproximar dela, fui até em sua casa pedi-la em namoro, e o pior é que ela aceitou sem me desejar. Passamos 2 anos nos "relacionando" sem um abraço sequer e com conversas vazias, até chegar o dia em que ela decidiu ser sincera (hoje eu vejo que tudo era bem óbvio, mas minha introversão tinha me tornado muito inocente). Logo depois arrumei uma webnamorada, com quem namorei por foto e vídeo até conseguir um emprego aos 19 e conseguir visitá-la: perdi 4 dias de trabalho sem atestado, quase fui demitido e viajei SOZINHO pra São Paulo mesmo sendo que não saía pra jogar bola na rua. Finalmente, então, perdi meu bv e minha virgindade. Apesar de que voltei pra casa feliz e realizado com a nova etapa do relacionamento, a mesma terminou comigo uma semana depois, com desprezo e raiva em suas palavras e até hoje não entendo porquê. Vida que segue, comecei a me socializar mais, ir em festas, conhecer novas pessoas, e na própria empresa em que eu trabalhava conheci uma garota que me admirava por minha espontaneidade. Ela também era muito introvertida, vem de uma família evangélica extremamente violenta e ríspida, então eu senti que poderia "salvá-la" mostrando os prazeres do mundo fora da caixa do preconceito. Sempre deixei claro a ela que gosto de tudo o que o cristianismo lhe ensinou a fugir: bruxaria, cannabis, liberdade de expressão, etc. Logo, desde o início estávamos cientes de que nada seria fácil, mas eu estava disposto a enfrentar tudo aquilo e muito mais, inocentemente acreditando que isso a inspiraria a fazer coisas parecidas por mim. Engoli muitos absurdos retrógrados vindo de sua família e fingi com todas as minhas forças ser alguém que não sou (algo que desprezo e talvez não tenha feito muito bem), resistindo por "Só mais alguns anos, e vamos sair daqui". Bom, acontece que todos os meus estímulos liberais incentivaram ela a descobrir que é lésbica - e por mim tudo bem, de verdade. O problema foi que ela omitiu isso até o último dia, fingindo estar tudo bem e ainda alimentando nossos projetos futuros. No dia do término, eu fui em sua casa porque ela estava estressada, na intenção de melhorar o mínimo que fosse do seu dia. Ela me deixou ir embora pra terminar por mensagem do Facebook de sua mãe; insisti pra ela pelo menos falar o que tinha pra falar me olhando nos olhos, mas ela me tratou como se fosse um qualquer e realmente não queria nunca mais me ver.
Até então essa é minha história amorosa, mas eu também contei demais com amizades e todas (exceto uma) me decepcionaram. Comecei minha vida social com dois de meus primos (um deles é a mencionada exceção), mas o outro simplesmente se afastou de nós sem razão aparente - isso foi frustrante pra mim porque eu gosto muito dele e de seu irmão, mas nunca foi recíproco. Depois disso conheci o cara mais problemático que já passou na minha vida: 100% egomaníaco, repleto de defeitos gritantes que qualquer um com um pouco de amor próprio não investiria sua saúde mental para suportar. Mas eu, trouxa, fui diferente. Aguentei todos os seus absurdos, surtos sem sentido, falso senso de superioridade, ego frágil e invejoso, ciúmes até da minha ex (sim, hoje eu sei que ele gostava de mim mais que como amigo), enquanto via seus outros conhecidos pouco a pouco se afastarem dele. Ele foi o primeiro """""bruxo"""""" (entre muitas aspas porque a prole só sabia o que tinha pesquisado no Google e lido em revistas de banca) que conheci e, como eu valorizo muito conhecimento esotérico e não sabia de nada quando o conheci, confiei em todas as suas palavras e atitudes. E continuaria assim, se ele não tivesse tentado me agarrar enquanto fingia estar incorporando minha deusa-mãe. Na cabeça dele era um pretexto perfeito, já que essa mesma deusa está relacionada ao sexo e eu sou bi. Mas, sério, nunca vi alguém com tanto sex appeal negativo quanto esse cara. Simplesmente parei de conversar com ele, não dei satisfação alguma porque ele sabe muito bem o que aconteceu. Mas seu ego frágil não deixou isso barato: hoje eu passo na rua e todos os amigos que tínhamos em comum nem me cumprimentam mais, e de longe olham torto ou fingem que não me viram. Coincidência? Acho que não. Agora, em tempos de quarentena que está ainda mais difícil conhecer pessoas novas e criar qualquer tipo de relacionamento (como se já não fosse um desafio pra alguém que cresceu introvertido), me sinto sozinho e essa infelizmente é a melhor opção pro momento. Mas eu não quero deixar minha vontade morrer: quero de verdade dividir uma vida com alguém, compartilhar histórias que só nós vivemos, entender o que ela pensa só de olhar nos olhos. Isso é utópico demais? Será que ainda tô vivendo nos meus 17 anos?
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2020.08.28 17:06 SkyWanderluster "Vou me comportar de forma grotesca porque sou favelada"

Brasil nunca será país decente para morar, e não tem nada a ver com políticos. É cultural e as pessoas ESCOLHEM ser assim.
Eu sou pobre. Moro numa COHAB/CDHU. Tenho doença crônica então mobilidade social / se mudar está fora de questão. E nunca passou pela minha cabeça usar esses argumentos como desculpas pro comportamento perturbador das minhas vizinhas, igual elas usam.
Quando me mudei, minha tia (dona do apto.) me contou que a vizinha do lado "deu um tapa na cara do filho mais velho por causa de macho, um homem casado de quem ela engravidou. Ele não largou a mulher, mas o filho adolescente escolheu sair de casa". Entendi perfeitamente o que ela quiz dizer que a mulher do lado não é flor que se cheire. Sou extremamente quieta e introvertida, não tinha intensões de socializar e agora menos ainda.
E se vc é quieto e introvertido no país do Carnaval, vai saber do que estou falando: nós despertamos o pior nas pessoas só de existir.
+25 anos assim e ainda não cheguei na resposta. Será que levam nossa quietude como ofensa pessoal? Será que acreditam que todo ser humano no planeta lhes deve atenção? Será que é carência? Não podem usar o "metida" porque como eu disse, é COHAB. Todas minhas roupas são horríveis de esgarçadas e velhas. Literalmente não podem usar o argumento de que não falo com ninguém por me achar superior, porque não sou. Mas se eu me recuso a me comportar de maneira bárbara igual elas pois não acho que minha pobreza seja desculpa para tal, então creio que sou "superior" sim. E é daí que vem o ESCOLHEM ser assim.
Minha doença me faz ser hipersensível à luz, e de noite deixo tudo apagado pra conseguir usar computadocelular, parece que não tem ninguém aqui. Isso me deu a oportunidade de ouvir umas pérolas:
Todo santo dia essa desgraçada quando chega na casa dela peida e arrota na minha porta.
"Não vou limpar aqui e não vou matar as baratas pq quero que elas entrem no apto. da vizinha"
"Vou chamar a vizinha pra te pegar" (Não sei que merda que ela falou pro filho dela com o homem casado que tem uns 5 anos, e aparentemente eu sou um monstro). Mas ela precisar de uma estranha pra impor respeito no filho mostra que continua a ser um lixo de mãe, fora as coisas horríveis que o menino tem que ouvir.
Ouvi a conversa delas sobre mim uns 3 meses depois que cheguei: o ódio era imenso, suposisões que iam desde "caipira", "doente mental", "arrogante" e "autista", inclusive das outras duas do mesmo andar (síndica e sua filha). Ainda bem que alguém interviu e eu ouvi um "ela é quieta, não incomoda ninguém e eu respeito".
Cachorro da síndica fez coco no meu tapete. Isso foi um deleite para todas, pois agora finalmente tinham um motivo concreto pra falar mal de mim: eu não limpei achando que iam ter o mínimo de vergonha na cara. Eu sou agora a porca master do prédio.
Ela obviamente varre a porta do apto. dela pro meu lado. Tem que manter minha imagem de porca.
Espalhou fofoca PRO PRÉDIO INTEIRO de que eu chamei elas de faveladas por deixar roupa no varal de chão pelas escadas. Nunca falei com a jumenta, ela não sabe nem meu nome (me chamam de 41). Sabe o que é pior caro Redditor?
EU NÃO DEIXO A MERDA DAS MINHAS ROUPAS LÁ PENSANDO NO PRÓXIMO, PRA NÃO INCOMODAR A PASSAGEM DE NINGUÉM E ESSA DEMÔNIA TEM QUE INVENTAR UM NEGÓCIO DESSE.
O que ocorreu no dia seguinte foi o mais absoluto circo. Elas gritavam por todos os andares pelas escadas "Eu sou favelada mesmo!", "Sou barraqueira mesmo! Ai de quem querer confusão comigo!" E riam como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo, escárnio. A gritaria tinha intenção de me fazer ouvir. Ainda bem que naquele dia eu não precisava sair.
Mas eu estou honestamente com medo. Não sei o que fazer. Estou aqui há mais de 1 ano, não tem como me mudar, não adianta gravar pq não são casos de polícia, não adianta cair na porrada pq não tenho saúde pra isso e é o predio vs. um Hobbit. Conversa está fora de questão, o caso do cachorro mostra que moram em um mundo paralelo (síndica inclusive).
Ela só tá piorando e o dia que decidir falar uma mentira mais grave, tenho medo de me tornar a próxima Fabiana.
Até simpatia vinda das religiões africanas pra ela se mudar eu fiz mas não tem nem 1 mês, vamos ver. Quem souber de coisas assim me passa.
Só sei que é um povo chulo, escroto, pobre de dinheiro e de espírito, mas acha que a pobreza de um justifica o outro. E são a maioria.
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2020.08.26 00:55 flickknife Por que as pessoas procuram outras pessoas com os mesmos gostos?

Esses dias eu tive uma conversa com uns amigos e fiquei muito curioso sobre um tópico que vem me trazendo desconforto faz um tempo.
Estávamos tendo uma conversa entre amigos normal, e um deles perguntou que tipo de namorada nós gostaríamos de ter no futuro, eu fui o último a responder e quando comecei a escutar a repostas deles fiquei muito confuso por ser o único que tinha uma ideia diferente da deles, todos eles disseram os seus gostos, implantando em uma pessoa de bom agrado visual, e foi nesse momento que comecei a refletir sobre.
Sempre que penso sobre isso, o que eu sempre quis é uma garota com gostos distintos dos meus, penso que eu teria varias coisas pra ouvir e pra falar, e não ouviria coisas que já sabia. Nunca namorei, nunca fiquei com alguém, mas acho que seria muito entediante namorar um "espelho meu", entende?
Eu sempre fui um cara tímido, sempre gostei de refletir sobre as coisas e curto muito filosofia, comecei a pensar sobre isso quando eu descobri os significados das palavras "introvertido" e "extrovertido", então eu pensei "sou introvertido e prefiro assim, mas ser extrovertido deve ser muito foda". Agora eu sempre gostei de pessoas que têm diferentes gostos, sempre que converso com alguém tento focar a conversa nos gostos da outra pessoa, e não tenho pressa de falar sobre mim, pois sempre fico interessado ouvindo coisas que nunca ouvi.
Não é um desabafo, é mais um tópico para uma discussão, gostaria de ver o que vocês acham disso, e se tiver alguém que prefira ficar junto a alguém com os mesmos gostos gostaria de ouvir o seu lado!!
Muito obrigado pela atenção!!
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2020.08.20 21:46 SamuGeek Lima, Peru 2019

Aver...vivo en Peru y esto ha pasado hace mucho tiempo ya, mi cumpleaños es el 10 de junio, pero por una intoxicacion por comer demas ese dia me enferme y mis tios me habian dado dinero para comprar un regalo, soy un gran fanatico de los lego, despues que me cure fui a un centrocomercial parta comprar mi regalo, lo compre todo bien hasta ahi, era un set algo grande de Lego Star Wars tenia hambre e hize cola en un puesto de papas fritas. cuando en la cola aparece un niño de unos cinco o seis años el niño miraba curioso dentro de la bolsa y en un modo de buena onda lo saque y se lo mostre, este era mi primer lego original y si yo estaba emocionado ya me imaginaba como se sentia el niño...llego el momento donde me atenderian el niño seguia detras de mi con la caja en sus manos me movi a la cola para recibir mi pedido que no estaba a mas de 2 metros de la otra cola y cuando volteo el niño no estaba en ninguna parte...empeze a preguntar a la gente si vieron a un niño con una caja de juguetes, y el mismo tipo que me atendio me dijo que le niño se habia ido en direccion al patio de juegos con otros tres niños mas, despues de agradecerle y darle su merecida propina me dirijo al patio de jugos que estaba REPLETO de niños, pense que seria complicado encontrar al niño, pero me equivoque un grupo de unos 11 niños se encontraban en un circulo admirando algo, asi que yo para ver si ahi estaba el niño pongo mi cabeza y veo al niño con mi caja de lego vacia y armandolo. y entonces dije
-!Hey¡ Niño por que sacastes el lego?
-Por que es mio, usted me lo regalo
-En ningun momento te lo regale, ni bien dije eso me agache para recoger las piezas, el niño se fue corriendo y le dije a los niños que estaban ahi que por favor no se llevaran ninguna pieza, el grupito se fue dispersando y cuando ya habia juntando todas las piezas y estaba a punto de ponerlas en la caja, llega una doña y me dijo.
-Tu eres el niño que le quito el juguete a mi hijo?
-Si, yo lo compre, es mi regalo de cumpleaños en la fila se lo preste y se fue corriendo y lo abrio.
-Entonces la madre voltea aver a su hijo con cara de ¿Es verdad eso?, por que lo que me dijistes no fue asi, dijistes que te lo habia regalado un niño del patio de juegos y el te lo habia quitado.
Ni bien dijo eso la cara del niño paso de molesto a avergonzado, Comenze a poner las piezas dentro de la caja cuando la madre me dijo.
-¿Y tu no estas muy grande para comprar juguetes?¿no te importaria regalarselo?
ignore eso, quizas este grande pero eso no es excusa para no comprar lo que me gusta era mi dinero y podia hacerlo que quisiera con el...La señora al darse cuenta de que no conseguiria nada se marcho y mientras se iba, escuchaba el berrinche del niño y sin darnos cuenta me habia convertido en un punto de atencion, mucha gente me estaba mirando, estaba sentado en pleno patio de juegos con una caja de juguetes con un monton de piezas regadas en el cesped falso...soy bastamte introvertido y esa experiencia me marco bastante.
Psdt: Desde ahora comprare mis legos en linea
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2020.08.17 05:18 DemonFranco Vivi por 20 anos preso em minha própria melancolia.

Olá, comunidade do Reddit! Esse é meu primeiro post aqui :) Meu intuito neste, especificamente, é conseguir pelo menos um pouco de calor humano (metaforicamente, claro) pois sinto que minhas feridas nunca foram cicatrizadas, desde a primeira delas.
Bom, pra começar minha história: minha infância foi marcada por conturbações no casamento de meus pais. A diferença de personalidade dos dois gerou brigas cada vez mais pesadas e incontroláveis. Chegaram ao ponto que já não existia mais companheirismo e meu pai começou a beber e trair minha mãe. Me recordo vividamente de cenas terríveis, como ele estar horas no banho a horas e quando entro pra ver se está bem, na verdade ainda estava de roupa e dormindo no chão molhado. Ou até momentos de alteração violenta onde, por medo, eu me trancava no quarto e ficava debaixo da coberta até o dia seguinte depois que ele saía pra trabalhar. Nunca fui violentado fisicamente (minha mãe, infelizmente, sim), mas acho que meu pai estava tão perdido dentro de si que esqueceu que tinha um filho, então eram raras as vezes que sequer trocávamos olhares ou palavras, e quando acontecia era frio e passageiro. Pra tornar tudo ainda mais tenso, nossa situação financeira nunca foi boa: vivíamos peregrinando entre aluguéis mais baratos, acumulando prestações não pagas e até mesmo alimento chegava a ser escasso. Minha válvula de escape eram meus avós, que moravam na mesma cidade e sempre me acolhiam com mimos. Meu avô, entretanto, morreu quando eu tinha 9 anos e isso foi um impacto enorme que passou despercebido: minha avó entrou em uma depressão que foi negligenciada até o ano passado (2019), quando finalmente tomou a atitude de visitar um psiquiatra e foi diagnosticada. As brigas entre meus pais cessaram, mas isso foi ainda pior pois os problemas que já existiam continuaram a crescer em silêncio. Eu não recebi diagnóstico algum, até porque sempre fugi dos psicólogos em que me jogavam, mas o efeito também foi claro em mim: emagreci quilos em semanas, já não tinha mais vontade de fazer a mais simples das tarefas como cortar cabelo ou sair na rua, me tornei cada dia mais introvertido. Alguns anos depois, meus pais enfim se separaram, mas antes me deram duas irmãs e um irmão (as únicas pessoas a quem posso dizer com sinceridade sentir amor incondicional). A esse ponto, eu me vidrava em videogames e mentia pra mim mesmo sobre a realidade que eu vivia e não queria aceitar.
Essa foi, digamos, a "primeira temporada" da minha história. A segunda foi marcada pela péssima e mal executada decisão de me declarar a uma garota por quem, desde moleque, fui apaixonado, mesmo sendo que não tínhamos nem amizade. Tudo o que eu tinha era um sentimento inexplicavelmente forte, e nenhum tipo de habilidade social pra sequer chegar nela com um simples papo agradável. Porém, ela aceitou meu pedido de namoro. E isso me destruiu, porque na verdade ela queria dizer não, só não disse por """"medo de me magoar"""" e revelou isso depois de 2 anos me iludindo com histórias do tipo "meus pais não me deixam namorar, tenho que focar na escola", etc. Enfim segui minha vida tentando, sem sucesso, superá-la. Felizmente, apesar de introvertido, dois de meus primos viraram meus amigos próximos e isso me ajudou a segurar todo aquele peso de sentimentos que eu não compreendia e mal sabia que tinha. Vivemos anos sendo os nerdolas da escola, sempre juntos e com mais ninguém, até que um desses primos se incomodou com esse estilo de vida (e com razão) e começou a fazer novas amizades; eu e meu outro primo resistimos a isso, o que o separou da gente. Continuamos sendo introvertidos até o penúltimo ano da escola, quando ele também se afastou de mim aos poucos sem razão aparente (hoje, depois de conversarmos, eu sei que era porque não tínhamos mais muito a ver como antes). Meu outro primo, agora extrovertido, se adequou à grande turma da escola facilmente e não demorou pra ficar popular - felizmente pra mim, isso não subiu à cabeça dele e continuamos ótimos amigos até hoje. Ainda nessa época, conheci na internet uma garota de São Paulo que, com uns bons meses de conversa, acabou desenvolvendo sentimentos por mim; eu, carente e introvertido, abracei isso com todas minhas forças e namoramos virtualmente, com vários vai e volta, durante 3 anos. Apesar de que eu me sentia melhor em ser desejado por alguém, essa garota também tinha sérios problemas com depressão e no final só puxamos o pior um do outro. Minha única conquista nessa época foi meu primeiro emprego, da onde tirei dinheiro para ir visitá-la.
E é aqui que eu considero ser a "terceira temporada". Viajei pra SP e passei quatro dias junto com a garota que por 3 anos desejei somente por fotos e vídeos. Mas quando voltei pra casa as coisas já não eram as mesmas: ela só me dava respostas evasivas e ríspidas, parecia até mesmo ter raiva de mim, sendo que, em minha visão, tínhamos conquistado outro nível em nosso relacionamento. Mas ela obviamente não pensava assim e terminou tudo com a seguinte frase: "Estou tirando as pessoas tóxicas da minha vida". Foi esse o estopim pra eu decidir ser extrovertido e começar a viver fora de meu quarto, e eu tive resultados rápidos: fiz novas amizades e até comecei um novo namoro, agora presencial com uma garota que realmente me admirava. Porém, fui perceber tardiamente que pouquíssimas dessas amizades me faziam bem - a mais danosa delas foi a de um feiticeiro três vezes mais problemático do que eu. Como sempre fui uma pessoa muito compreensiva e aberta, relevei seus defeitos gritantes e mantive a ''amizade'' pelo conhecimento esotérico que ele passava (por mais que grande parte deste conhecimento fossem delírios de grandeza de um feiticeiro egomaníaco). Depois de dois anos meu próprio corpo começou a recusar a presença desse sujeito, que insistia sempre em me acompanhar mesmo quando não era conveniente: comecei a ter constantes dores de cabeça quando estava em sua presença, meio que como um aviso do que já era óbvio: aquele cara não prestava. Aos poucos comecei a me aproximar mais da minha namorada e outros amigos como método de me afastar do sujeito, e curiosamente (ou não...), essas pessoas foram abruptamente saindo da minha vida, incluindo minha namorada (agora ex), que era a pessoa em quem eu mais confiava e me dedicava. Ainda inocente e o chamando de amigo, nunca imaginaria que ele poderia ter relação com tudo aquilo, mas não parou por aí: depois que a poeira abaixou e eu consegui superar toda aquela maré estranha de azar, ele ainda usou o nome de minha deusa pra me iludir e usar meu corpo (sendo essa deusa relacionada ao luxo e ao sexo, era um contexto perfeito pra ele). Eventualmente descobri que não fui sua primeira vítima, e toda a imagem de sacerdote sábio que ele outrora passou, do dia pra noite, virou nada mais que um charlatão desesperado. Essa foi a separação mais problemática de todas que eu já tive, pois enquanto eu me afastava cada vez mais, o ego ferido do sujeito nunca deixaria tal afronta passar em branco, e recebi cargas de energia pesada nos meses seguintes. 2019/2020 caprichou muito bem no quesito de desgraças, pois minha mãe, extremamente cabeça dura e ignorante, agora se recusa a trabalhar fichada mesmo sendo que tem três crianças pra sustentar, meu pai passa por cirurgias seríssimas pois contraiu câncer maligno no fígado e isso não deixou de atingir minha vó ainda viva, que tem problemas de coração e toma mais de 300 remédios por mês (palavras dela).
E agora aqui estou eu, solteiro, enganado pela maioria daqueles que chamei de amigos, com uma provável depressão mal resolvida e uma família abalada desde os primórdios de meu nascimento. Felizmente não tenho problemas com autoestima, o que já ajuda muito, mas ao mesmo tempo não tenho motivação em fazer nada que não seja sonhar com uma vida simples, leve e longe de tudo daqui. Hoje, especificamente, está sendo um dia difícil pois minha ficha caiu e tomei consciência da minha situação - chorei muito, escondido. Mas decidi fazer algo a respeito por mais simples que seja: criei uma conta na Twitch.tv pra criar conexões com outras pessoas enquanto jogo, e também este post como o maior desabafo que já fiz na vida. Na verdade, só de ter escrito tudo isso e lido logo após já estou melhor. Mas ainda me sinto sozinho e desamparado, não consigo buscar ajuda com meus familiares pois nunca fui de me abrir pra eles, nem ajuda profissional por falta de dinheiro, e depois de todas essas quebras de confiança fiquei extremamente seletivo a quem eu quero do meu lado, sobrando dois/três amigos com quem posso conversar (e mesmo assim somente meu primo que convive comigo desde criança sabe de toda minha história).
Quem estiver disposto a trocar experiencias e conversar, simplesmente por conversar, ficaria muito grato!
Gratidão a todos que, mesmo não enviando uma mensagem, leram até o final com atenção.
Blessed be. :)
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2020.08.16 08:15 robertodmc86 Estou cansado

Primeiramente me desculpem pelo português de mer**.
Eu tenho 19 anos, sempre tive uma vida de pobre e medíocre, do tipo bem fodido mesmo. Minha cidade não tem empregos, não tenho condições mudar para outro lugar. Além do mais, eu também não sou um cara muito genial, tenho problemas de autoestima, sou muito introvertido e parece que tudo em que eu to o vira merda. Parece que eu não sou bom em nada além de ficar jogando no pc. Não consigo fixar metas pois acabo desistindo logo depois. E o pior problema é que depois de tantas falhas, tudo acabou ficando extremamente desinteressante pra mim. Eu sei o que tem de errado comigo mas por mais que tente eu não consigo mudar.
Desculpe-me por esse texto sem sentido.
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2020.08.12 23:57 FoffieBunny Minha primeira vez foi em um menage e isso me atormenta

Ola amiguinhos, venho trazer um desabafo de algo que aconteceu na minha vida que muitas vezes me atormenta.

Sou mulher, tinha 16 anos e naquela época já me considerava bissexual, porem nunca tinha feito nada alem de trocar uns beijinhos.
Conheci uma garota, 2 anos mais velha do que eu, que fazia cursinho na mesma escola onde cursava meu ensino médio, ela era bem extrovertida e tinha um estilo alternativo que me chamou a atenção logo de cara. Eu sou bem tímida, mas acabamos ficando amigas e ela sempre ficava dando umas indiretinhas, ate que a gente ficou um dia e ela insistiu de assumirmos um namoro, eu me senti rendida e não soube dizer não, por mais que tivesse sido legal o momento e gostava bastante dela, não era esse tipo de relacionamento que gostaria, mas acabei aceitando com medo de perder a amizade. Ficamos nesse "namorinho" escondido por uns dois meses e a cada dia eu ficava mais desinteressada. Inclusive era evidente pra ela que eu já não tava mais curtindo

Minha ex namorada tinha um amigo que também era do cursinho, ele era praticamente o oposto dela, um pouco introvertido e não era louco da cabeça. Eu gostava muito da companhia dele e o principal motivo da gente sair, na maioria das vezes, é porque sabia que ele estaria também. Não preciso dizer que eu acabei gostando dele e fiquei deixando minha amiga/namorada de lado, o que acabou deixando ela furiosa e terminando nossa relação.

No outro dia já estava marcando com o garoto de sair só nos dois, o que pra minha surpresa, ele aceitou. Saímos e ficamos, por quase duas semanas, eu estava louca pra namorar, estava tão apaixonada que so compartilhava casalzinho no meu tumblr.

Minha ex descobriu que estávamos saindo e foi tirar satisfação comigo, na hora pensei que iria falar poucas e boas, já que os dois eram tipo melhores amigos, mas ela disse que sabia desde o começo que eu gostava dele e que isso não era problema, que poderíamos continuar ficando e ter o nosso namoro. Como já havia dito, eu não tinha muito coragem pra tomar decisão e ela era uma amizade que realmente importava muito pra mim, então acabei aceitando novamente.

Um belo dia, quando nos 3 resolvemos matar as aulas da tarde, fomos pra casa da minha ex porque os pais dela não estavam lá esse horário. Ficamos conversando e vendo filme, ate que os dois pegam uns trocadinhos e vão no supermercado comprar uma garrafa de catuaba, eu apoiei a ideia, já tinha tomado vinho e gostei. Começamos a beber e ficar mais soltinhos, eu e minha ex começamos a nos pegar de um jeito mais envolvente e mesmo sabendo que o garoto estava ali eu estava super a vontade. Não demorou muito pra ele vim me beijar também e como nesse momento eu e minha ex ja estávamos quase peladas, fiquei sem um pouco sem reação porque era minha primeira vez. Mas pra minha surpresa, no meio dessa pegação, minha ex começou a beijar ele e fazer as preliminares. Ela era mais experiente, então nesse momento fiquei de lado vendo os dois, pensei que iria sentir ciumes mas eu realmente gostava dos dois e toda essa situação tinha me deixado com muito tesão, talvez fosse a catuaba kkk

Eles viram que eu tinha ficava meio parada e perguntaram se tava tudo bem, disse que ainda era virgem e eles ficaram me dando toda atenção. Enfim, acabou acontecendo e pra minha primeira vez achei uma boa experiencia comparada com outras historias que já ouvi de algumas amigas. Mas sempre que eu conto a circunstancia que perdi minha virgindade todos ficam horrorizados, ja inclusive tive um termino de relacionamento quando meu ex descobriu isso. Ainda exigiu que so não iriamos terminar se fizesse um menage com ele tambem.

Foi minha unica experiencia com menage e foi algo natural, mas todos que escutam (não so por mim) tem uma visão de como se eu fosse uma vagabunda.
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2020.08.10 01:36 gushatt Como que existem pessoas assim?

(eu sei que esse não é o melhor sub pra discussões. se alguém souber, me digam, ficarei grato em saber)
acabei de ver uma live do Julio Victor em que ele respondia comentários de um vídeo dele chamado "como nasce um INCEL?". eu vi duas pessoas no chat falando várias merdas do tipo "mulher só se interessa por caras bonitos" ou "mulher recebe mais mensagens no tinder do que homens" e outros comentários de ódio direcionados a mulheres
a merda começou quando eu fui ver a fundo esse assunto, mesmo sabendo que eu ia ver muita merda. eu vi um vídeo da contrapoints sobre o assunto e MEU DEUS esses incels são pessoas completamente nojentas, machistas e agressivas, além de colocarem a culpa em outras mulheres que não tem nada a ver. são só solteiros/virgens revoltadinhos com a sociedade e que, mesmo xingando mulheres e inferiorizando-as, acham que merecem um relacionamento, ou então culpam a genética deles... eu sei lá como a cabeça deles funciona
o ápice foi quando eu cheguei no caso do elliot rodger (ou rodgers, não lembro). eu não vou falar sobre ele aqui, porque é um assunto muito pesado. só digo que fiquei horrorizado com a naturalidade que ele falava o que pensava e o que ia fazer. ele ria, era como se fosse algo trivia pra ele.
eu tô até agora assustado e inquieto por isso. eu não sou bom com relacionamentos, sou introvertido, não tenho jeito pra conversas... e isso não quer dizer que a culpa é da sociedade ou da minha estrutura óssea. é algo de mim, e eu tenho que respeitar, por mais doloroso que seja.
se você pensa assim, procure terapia, sério, antes que você faça muito mal pra alguém (se não já fez)
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2020.07.30 06:30 Eider_Alex La historia de como el chico que me gusta me notó y quede atrapada en el baño de un salón de fiesta.

Ehhh bueno, una advertencia ya que quizás no parezca muy vergonzoso de verdad pero, tomemos en cuenta que soy alguien muy introvertido y con cierta ansiedad social.
Todo paso durante la fiesta de cumpleaños de un primo en un salón con piscina, yo me había rehusado a entrar a la piscina desde el inicio ya que no tenía ropa para cambiarme y además me daba muchísima pena ya que en la misma fiesta se encontraba el hijo de una amiga de mi mamá que en ese entonces me gustaba y todo me resultaba ser incomodo. Entonces escuché a mi padre gritar "Ya la eh traído" venía con una piscina inflable más pequeña ya que mi hermanito no podía entrar ala más grande, al llenarla yo simplemente me acerque a mirar como mi hermanito jugaba con el agua, sin embargo, en ese momento mi padre me empujo ala piscina y me empape completamente, al salir enojada de ella quería llorar por la vergüenza.
En eso paso lo que menos creí ya que ese chico jamás me volteaba a ver, quizás por que es tres años mayor que yo, en ese momento él tenía 18 y yo 15. Él simplemente se acerco a mi y me dijo "Oye, ¿Qué te ocurrió? empapaste tu camiseta" antes su madre al hablar con la mía menciono que a él le gustaba mucho mickey mause (el personaje estampado en mi camiseta), me sonrojé mucho pero solo asentí como respuesta, el volteo atrás suyo y volvió a mirarme diciendo "Espérame aquí ¿Sí?" y se fue sin dejarme decir nada más, poco después volvió con una camiseta extra "Toma, te resfriarás si permaneces con la camiseta mojada" me aguante el llanto y le agradecí, me decidí a cambiarme la camiseta y pase el resto de la fiesta con su camiseta hasta que fue hora de irnos, tome mi otra camiseta y fui directo a los baños sin embargo los de chicas estaban llenos y yo debía apurarme así que vi el baño de chicos abierto, no lo pensé más y entre cerrando la puerta atrás de mi y terminé de cambiar mi camiseta, al intentar salir la puerta no se abría, agite la perilla y casi la pateo cuando se abre de golpe, realmente me había asustado pero por suerte nadie parecía haberme visto salir de ahí, ya no podía con la vergüenza y encogiendo los hombros y con la cara totalmente roja le devolví la camiseta a el chico...
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2020.07.26 17:02 OverlordJob Eu não sou pedófilo

Olá pessoal, venho aqui como muitos expressar minha angústia, espero que me entendam. Recentemente eu tive a brilhante idéia de cortar minha barba e deixar somente o bigode, um mustachezinho (Brian David Gilbert, eu te odeio) mas graças a isso, tenho recebido diversos comentários dizendo pra eu ficar longe de parquinhos, pra não chegar perto de criança, etc.
Eu não sou pedófilo, e eu odeio esse estigma de que se a pessoa tem um bigode ela é bizarra, pervertida, pedófila, essas coisas.
Eu só queria poder usar meu bigode sem medo de julgamento dos outros, sem medo de passar uma idéia errada de quem eu sou para os outros. Eu me visto normal, não tenho um senso de moda espalhafatoso, sou um cara bem básico, de camiseta preta e calça jeans o tempo todo. Sou um pouco introvertido mas não sou um esquisito (a não ser agora, pelo estigma do bigode)
Estou cansado do julgamento das pessoas, a ponto de passar pela minha cabeça a ideia de desistir disso tudo, aceitar que realmente bigode é coisa de gente esquisita e passar a gilete. Uma hora a barba cheia cresce de volta e eu serei aceito pela sociedade novamente.
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2020.07.14 05:13 tetrixzinho2 Só bre escola e faculdade

Eu tenho muitos problemas na minha família e colegas da faculdade, eu sempre fui gordo e introvertido, quando eu era criança eu evitava interagir com as outras pessoas então sempre fui muito na minha, só que um dia uma professora minha ( retardada ) me reprimia em qual quer coisa que eu fazia, e isso abaixava muitoooo minha auto estima, até que um dia ela me agrediu fazendo um roxo na minha costela,( me puxando com tudo da mes ) e eu perdi a vontade de estudar e comecei a ficar muito triste tendo que ir na psicóloga para me ajudar, as consultas me ajudaram muito so que teve uma época que eu me sentia muito preso na consulta, ( para mim não fazia mais sentido eu ir pois eu ia lá para jogar uno e gastar o dinheiro dos meus pais) quando eu quis parar de fazer ela me ameaçou falando que sem consulta eu não pasaria de ano, (eu sai da escola que me deixava mal e fui para uma outra na qual a média era muito mais alta e seria impossível eu passar ) isso realmente aconteceu porque eu era muito desmotivado para estudar, teve uma vez que tava todo mundo falando oq queria ser no futuro quando crescesse, eu falei que queria ser medico e todos riram da minha cara TODOS até a professora ( por causa das minhas notas baixas mas eu também não tinha mais nenhuma motivação ao estudo ) " futuramente falarei sobre alguns problemas da faculdade tbm "
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2020.07.14 05:00 tetrixzinho2 É só um desabafo mesmo

oi atualmente eu tenho 16 anos , e eu tenho muitos problemas na minha família e colegas da escola, eu sempre fui gordo e introvertido, e quando eu era criança eu evitava interagir com as outras pessoas então sempre fui muito na minha, só que um dia uma professora minha ( retardada ) me reprimia em qual quer coisa que eu fazia, e isso abaixava muitoooo minha auto estima, até que um dia ela me agrediu fazendo um roxo na minha costela, e eu perdi a vontade de estudar e comecei a ficar muito triste tendo que ir na psicóloga para me ajudar, as consultas me ajudaram muito so que teve uma época que eu me sentia muito preso na consulta, quando eu quis parar de fazer ela me ameaçou falando que sem consulta eu não pasaria de ano, e isso realmente aconteceu porque eu era muito desmotivado para estudar. Teve uma vez que estava todo mundo falando oq queria ser no futuro quando eu falei que queria ser medico todos riram da minha cara TODOS até a professora
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2020.07.13 09:23 AlvagorH O que vai ser da minha vida sem a filosofia?

Talvez por pressão, talvez por desespero (e em parte porque ao mesmo tempo me pareceu uma boa ideia), acabei me inscrevendo no Sisu para Ciências da Computação. Até aí tudo bem, é uma área que lida com inovação, tecnologia. Uma área onde tem coisa nova todo dia.
Por um lado, é uma coisa que eu sempre busquei. Rotina é algo que me destrói, eu preciso sempre vivenciar coisas novas, criar coisas, pensar.
Como isso funciona? Por que isso é assim? Como eu posso melhorar isso ou aquilo? Sempre tive essa vontade de entender os porquês do mundo, mas só pensar é chato. Quero fazer algo também, desde que não caia na rotina.
Peço desculpas se estiver ficando confuso. Preciso escrever logo antes que esse texto suma da minha memória.
Voltando ao curso, depois de passar dias sem dormir pensando em como resolver a logística da coisa, passagem, aluguel, carona pra ir pro campus... Eu parei pra pensar na profissão.
Fui ver alguns vídeos sobre o curso e os caras pareciam uns robozinhos falando. Não sei explicar ao certo como, mas foi o que me veio na mente assistindo.
Descobri, vendo esse vídeo, que apesar se ser introvertido e tímido, eu gosto de pessoas com energia, que se expressam, que, sei lá, cativam as pessoas e conseguem tirar um sorriso delas. Acho que eu não suportaria entrar em uma sala de aula com um monte de "eus" lá dentro. Eu surtaria. Talvez mais do que eu esteja surtando agora.
Pois bem, a grade do curso... cálculo, cálculo, cálculo, lógica. Parece que é um curso que te ensina a reproduzir e não a pensar.
Eu tenho dentro de mim algo muito forte que diz que o conhecimento não pode ficar restrito a universidade, precisa chegar ao povo (seja ele leigo ou não). Eu nem entrei no curso e já quero fazer algum tipo de trabalho que envolva ensinar a crianças como navegar com segurança na internet. E até mesmo os pais. O tanto de gente que cai em golpes na internet é enorme. Eu acho esse tipo de projeto muito válido e necessário, mas porque eu vejo o lado social da coisa, algo que esse curso não parece proporcionar.
Dá pra mudar o mundo usando a tecnologia. Mas não precisa ser lá fora, no terreiro das grandes empresas, penando só no lucro. Dá pra fazer a diferença no bairro, até minha rua.
Onde é que eu quero chegar? Nem sei mais.
Nisso de tentar entender o mundo a minha volta, eu sempre questionei muita coisa. Desde relacionamentos até política. Questionar faz parte de mim... mas o que tem pra ser questionado em um curso de exatas? 1+1 é 2 e pronto.
Agora eu estou começando a achar ridícula a separação de cursos por tipo. "Exatas, humanas, biológicas". Mano, não importa o que você estuda, no fundo tudo está ligado a mesma coisa: o mundo e as pessoas que vivem nele. Todos os cursos farão algo que melhorará a vida de alguém, talvez até a qualidade de vida da sociedade a longo prazo. Mas alguns sabem tão pouco sobre a sociedade na qual estão existindo, na qual o que eles estão produzindo vai existir.
A bomba atômica, por exemplo. É uma arma destruidora, mas o mesmo conceito que a criou pode ser usado para produzir energia. Por mais "de exatas" que seja a pessoa que criou a fórmula, teoria ou sei la o que, isso refletiu e muito na sociedade, de um jeito horrível e de um jeito possivelmente bom.
Existem muitas pontes que dão acesso a cidades importantes. New York por exemplo. Como será que seria essa cidade hoje se o fluxo de pessoas fosse limitado pelo número de barcos e vôos disponíveis? As pessoas provavelmente voltariam a atenção para lugares de mais fácil acesso.
Onde eu quero chegar? Não faço ideia. O que aparece na minha cabeça, eu escrevo.
Enfim, acho que o que eu quero é um curso que me permita inovar, fugir da rotina e ao mesmo tempo melhorar o mundo a minha volta. Mas como eu faço isso se eu não conheço o mundo?
Parece que toda vez que eu me aproximo de algum conhecimento, algo dentro de mim grita por estar deixando alguma outra coisa pra trás. Quando eu estudei anatomia, quis também estudar a mente. Mas a mente humana ou a de animais? Parece interessante cuidar de animais em cativeiro. Mas, macacos ou felinos? Campo ou laboratório? Escrever histórias de fantasia ou entender de onde viemos. Mas, entender a origem através da Fisica ou da Biologia? Olhar para as estrelas ou para as celular? Olhar para fora ou para dentro? Produzir conhecimento ou aprender para ensinar? Criar uma coisa nova ou melhorar algo já existente? Mas, criar o que? Uma história? Um jogo? Um remédio? Uma teoria? Uma máquina? Uma inteligência artificial?
Eu tive (e aparentemente ainda tenho), varias fases onde eu me interesso cada vez por um pouquinho de cada coisa. A bola da vez é inteligência artificial. Eu não sei nada sobre isso, mas fiquei um tempão pensando sobre e fiquei surpreso ao ver que a linha de pensamento que eu tracei sobre como eu faria uma inteligência artificial é um caminho que de fato é usado. Eu pensei algo como "Pra que seja de fato uma inteligência, ela deve ser capaz de reescrever o próprio código, o que seria análogo a como nós sempre estamos nos aprimorando e mudando. Ela vai começar como uma folha em branco que precisa ser preenchida tanto pelos pesquisadores como por ela mesma". Aí eu fui pesquisar e tem um grupo de cientistas que fez uma IA que reescreve o proprio código ou sugere melhorias.
É confuso porque parece que sempre que eu penso em seguir uma carreira, eu realmente penso que tenho aptidão pra ela, mas ao mesmo tempo estou deixando tanta coisa pra trás... Eu tenho vivido dias de certezas seguidos por dias de infinitas dúvidas.
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2020.06.23 23:34 FrequentPractice2 Uma das pessoas mais especiais que eu conheci na vida

Era começo de 2018. Minha vida era resumida em trabalho, casa e video game e isso estava me deixando bem frustrado. Naquela semana eu estava muito desanimado e ela percebeu isso.
Ela chegou perto de mim e falou:
- Você não parece bem, se quiser conversar é só falar comigo
Ou falei que estava bem e voltei a trabalhar. Eu mal tinha conversado direito com aquela menina então eu com certeza não ia conversar com ela.
Passou o tempo e nós começamos a trabalhar juntos. Por causa do trabalho nós começamos a conversar e depois de um tempo nós viramos amigos. Eu sempre ajudava ela com coisas do trabalho e ela sempre me animava contando coisas engraçadas. Nós morríamos de rir no trabalho e isso era ótimo.
Ela era o total exposto de mim. Eu era um cara introvertido e ela uma pessoa super extrovertida e engraçada e talvez por causa disso nós combinávamos muito.
Ela sempre me ajudava quando eu passava por alguma crise de autoestima e justamente por eu começar a me abrir com ela eu fui me tornando uma pessoa mais extrovertida aos poucos e isso foi muito legal. Ela falava que eu estava passando por uma evolução Pokemon e a gente sempre ficava discutindo qual seria o próximo passo que eu precisava tomar para me tornar uma pessoa mais social.
Na festa de fim de ano de 2018 na empresa onde a gente trabalhava teve umas votações para decidir quem foi o crush do ano, qual foi a pessoa mais engraçada do ano ano, etc. Eu ganhei como o maior crush masculino da empresa e ela ganhou como a maior crush feminina da empresa. Esse dia foi muito especial para mim.
No começo de 2019 eu fui contratado por uma empresa de outro estado e precisava me mudar. Eu achava que não ia conseguir me mudar para outro estado porém ela me deu toda a força e no final, justamente por causa disso eu consegui e estou aqui até hoje, morando em outro estado.
Sinto muita saudade dela, ela foi a primeira pessoa que me deu carinho e atenção. Sinto saudades de abraçar ela, de rir junto com ela. Das bobeiras que a gente ficava falando...
Última vez que eu encontrei com ela foi ano passado, em dezembro. Eu lembro da nossa despedida. Nós nos abraçamos e ela me deu um beijo no pescoço. Então eu fui descendo as mãos passando pela braço dela e depois segurei as duas mãos dela. Ela me abraçou novamente e um amigo tirou uma foto nossa se abraçando. Eu tenho essa foto colado no monitor do escritório e ela tem essa foto no quarto dela.
Eu gosto muito dela e gostaria ser mais do que um amigo, porém infelizmente não vai rolar. Ela já tem namorado. Eu só gostaria de entender porque ela gosta tanto de mim. Eu gosto dela por motivos óbvios porém ela não tem motivos para gostar de mim. O namorado dela é gigante, é lutador de MMA ou sei lá o que, e eu sou apenas um nerd. Tá bom, eu tenho lá minhas qualidades porém isso não muda o fato.
A não ser que ela realmente goste de mim como amigo. Isso faz dela uma pessoa ainda mais especial, já que nesse caso a minha amizade para ela é algo sem interesse.
Hoje em dia eu meio que já superei isso. Me relacionei com outras pessoas e segui a minha vida, porém a nossa amizade dura até hoje, isso é muito legal. Ela sempre me manda mensagem perguntando como estou, me ajuda nos meus momentos de crise e sempre me dá a forças para continuar seguindo em frente.
Estava pensando nela esses dias então decidi escrever esse texto para lembrar dos momentos legais que passamos juntos.
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2020.06.04 01:14 gwuyn Não sei como conversar. Tenho algum problema ?

Eu sempre fui um cara introvertido. Apesar de não ser tímido eu sou uma pessoa muito reservada, gosto de ficar sozinho em minha própria companhia. Não tenho o hábito de conversar sobre o dia a dia ou outras coisas mais banais, nem mesmo com minha família. Inclusive tenho dificuldade de fazer esse tipo de coisa. Não sou anti-social, mas prefiro ter conversas mais interessantes com pessoas interessantes e posso um ótimo amigo e ouvinte. Mas as pessoas sempre me perguntam porque sou tão quieto e porque falo tão pouco. Escuto esse tipo de pergunta desde sempre, falam que eu não gosto de conversar ou que tenho fobia social. O que eu deveria fazer? Tentar mudar isso, ou tentar explicar para as pessoas essa caracteristica ? Eu já tentei explicar algumas vezes, mas sempree fazem sentir que preciso mudar, que não tô aprovetando minha vida porque não saio muito de casa e coisas do tipo.
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2020.05.11 06:48 V-01 Como conhecer alguém quando não curto festas?

Olá, esse é o meu primeiro post aqui. Tenho 21 e sou introvertido, nunca curti muito balada e festa (até pq não bebo, então só nisso já perde metade da graça que teria), e não faço ideia de como conhecer alguém para um possível namoro.
Já tem uns meses que comecei a procurar algo nesses apps de relacionamento e achei que eles facilitariam nisso, mas é muito difícil achar alguém disposto a algo sério. Isso sem contar a dificuldade em achar alguém do meu tipo, já que eu curto ursos e até agora foi praticamente impossível achar alguém que ou seja da minha faixa de idade, ou que não more super longe. Juro por deus, todo cara que eu acho bonito sempre mora em outra cidade/estado/etc.
Como nunca namorei antes e me assumi recentemente (setembro passado), não sou super familiarizado com essas coisas ainda, e talvez por isso eu sempre tive essa impressão de que boa parte da comunidade gay é muito ativa nisso de sair e tal, e acabo me sentindo meio deslocado ainda pq não é o tipo de lazer que eu curto.
Estou fazendo esse post pra ver se alguém já passou por isso também, ou que possa me ajudar de qualquer forma, pq não aguento mais ficar sozinho.
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