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[OPÇÕES] O guia definitivo (de como perder dinheiro)

2020.08.07 17:55 inv3stbr [OPÇÕES] O guia definitivo (de como perder dinheiro)

[OPÇÕES] O guia definitivo (de como perder dinheiro)
Salve cambada. Diretasso vejo gente pedindo ajuda para entender opções aqui no sub, e na versão mais retardada e corna do sub (investimentos). Então decidi explicar tudo o que você precisa saber sobre opções. Esse post é pra você preguiçoso do kct. Então bora, segue o índice:

  1. O que são opções;
  2. Calls e Puts;
  3. Como são precificadas;
  4. As Gregas.
  5. Como perder dinheiro; [PRÓXIMO POST]
  6. Como perder dinheiro pra krl; [PRÓXIMO POST]
  7. Como ganhar (???) [PRÓXIMO POST]

O que são opções

Opções são contratos. O vendedor, também chamado de lançador, tem o dever de cumprir o contrato, desde que o comprador das opções opte por exercer seu direito até determinada data. E é dai que vem o nome dessas girombas arrombadoras de pf.
Ta mais e ai? Continuando: a B3 oferece dois tipos de opções, as americanas e as europeias. Se você pensou que a diferença fosse a quantidade de pelos e a qualidade da cerveja, errrrrrouuuuu. As opções americanas permitem que o comprador exerça seu direito em qualquer momento (a partir do próximo dia útil a compra das opções) até a data de vencimento. Já as europeias, apenas na data de vencimento.
Todos os meses, na terceira segunda-feira, existe o vencimento de opções - ou no próximo dia útill caso haja feriado. Detalhe: as opções não são negociadas na data de vencimento, mas como dito, os compradores podem exercê-las. Ainda não ficou claro? Segue o fio.

Calls e Puts

A B3 disponibiliza dois tipos de opções, de compra e de venda. As opções de compra (carinhosamente chamadas de calls) nada mais são do que um contrato que da direito ao comprador de comprar o ativo subjacente a determinado preço (strike) até determinada data (vencimento) do lançador das opções. Exemplo:
Comprei 100 opções de compra VVARH250 por 0.06 reais cada (n ta fácil pra ngm kkk). O strike dessa opção é de 25 reais e o vencimento em 17/08. Portanto, até o dia 17/08 eu tenho o direito de exercer a opção de compra de VVAR3 por 25 reais. Se VVAR3 ir pra 27 reais, eu ganho 27 - 25 - 0.06 = 1.94 por ação. O cara que me vendeu tomou no cu.
As opções de venda, conhecidas como puts, dão o direito ao comprador de vender o ativo subjacente a determinado preço até certa data. Exemplo:
https://preview.redd.it/305fuoz6rlf51.png?width=639&format=png&auto=webp&s=a99a1311da6f3da20c0149f47c198f9496976d69
Comprei VVART190 por 0.59 reais. O strike da opção é 19. Ao comprar a put eu tenho o direito de vender VVAR3 por 19 reais até a data de vencimento 17/08. Se VVAR3 vai pra 17 reais, eu tenho o direito de vender por 19, ganhando (19 - 17 - 0.59) por ação.
https://preview.redd.it/xzg6kez1rlf51.png?width=631&format=png&auto=webp&s=97934355c93464fa1aebe18177b830286aad6024

Como são precificadas

São vários os métodos de precificação. Além do tarô, dardos e chutômetro, uma forma conveniente de precificação é Black-Scholes. Que porra é essa? Se você pensou que fosse uma marca de vape: vntc. É um modelo de precificação de opções. Ele assume uma série de premissas (algumas não tão válidas) na precificação das opções, mas servem como base e é amplamente utilizado pelo mercado.
O valor de uma opção depende de basicamente 5 fatores: i) tempo restante até o vencimento; ii) o preço do ativo hoje; iii) o strike; iv) risk free; v) volatilidade.
E ai doente, como eu uso isso? Você pode colocar as fórmulas no excel ou usar alguma calculadora online para calcular pra você o preço justo de uma opção, por exemplo.
Nem sempre (ou quase nunca) o preço de uma opção vai ser igual ao valor que você vê no seu HB. Por quê? Porque seu preço depende de outros fatores. Você quase nunca quer compravender um ativo pelo seu valor justo. Se você está comprando, quer mais barato, vendendo, quer mais caro. Simples.
Quando a realidade não se encaixa no modelo você altera o que? A realidade, obviamente. O único parâmetro não consensual é a porra da volatilidade do ativo. Quanto maior a volatilidade, maior será o preço da opção. E é ai que entra a volatilidade implícita, conhecida como IV (não é um quatro, seu animal). Para um dado preço de opção, podemos encontrar qual a volatilidade que estão usando para precificar, por isso implícita.
Você "paga caro" uma opção, se a IV dela estiver muito acima da volatilidade que você espera. As duas opções usadas como exemplo estão com IV próximo de 70% anualizado. Zoadasso.

As Gregas

Infelizmente não estou falando das loirinhas. As Gregas, como são conhecidas, são medidas de sensibilidade do preço da opção em relação a alguns fatores. Assumindo que a opção é precificada utilizando BS, elas podem ser calculadas facilmente.
Delta: a amante, as vezes ajuda e as vezes te fode. Nada mais é do que a sensibilidade do preço da opção em relação ao preço do ativo subjacente. Exemplo. Se a ação subiu 10 centavos e a opção de compra subiu 5, seu delta é 0.5. Ao comprar um ativo ou uma opção de compra, você está delta positivo. Ao comprar uma put ou shortear um ativo, você está delta negativo.
Gamma: a Sogra. É a segunda derivada em relação ao preço do ativo subjacente. Como assim, nem sei o que é derivada porra? Basicamente diz o quão estável é o delta dessa opção.
Vega: a namorada. A segunda grega mais importante, na minha opinião. Ela mede o quanto varia o preço da opção com uma varição em sua IV. Ou seja, se todos os fatores permanecerem constantes, mas houver um aumento da IV, o preço da opção sobe.
Theta: a esposa. A greguinha mas comedora de cus. Ela mede o quanto varia o preço de uma opção com o passar do tempo. Inimiga dos comprados e é bem fdp... pergunta pra quem encheu o cu de call de cogna semana passada kkk #Caféco #M #Ferri #CVM
Rho: o Haddad, um poste indiferente. Uns dizem que tem efeitos, outros dizem que não. De qualquer forma, mede a sensibilidade em relação a taxas de juros.
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2020.05.22 20:56 GAV17 Páginas para sacar datos de forma gratiuta.

En base a un post que hizo un user ayer sobre donde se informan cada uno, les dejos algunos lugares que tienen información que puede ser útil.

Mercado Argentino

Global

No hay nada muy avanzado, pero a mi me son útil especialmente ahora que estoy en casa. Me estoy olvidando de muchas creo. Que fuentes de info gratis usan ustedes?
submitted by GAV17 to merval [link] [comments]


2019.01.11 04:21 brunomocsa Discutindo a Teoria de que Alugar é melhor que Financiar

Fala galera, há algum tempo venho com a ideia de fazer simulações no excel dos formatos de financiamento e aluguel ao longo do tempo. Seguem abaixo meus resultados.
https://imgur.com/a/TE05QDW
Primeira foto com taxas cheias e segunda com o setup sem inflação (apenas taxas "reais").
Sendo sucinto basicamente o que percebi é que por aluguel, quase sempre você consegue "quitar" (juntar o dinheiro para comprar a vista) em menos tempo que o financiamento, em contrapartida o dinheiro gasto na modalidade aluguel vai ser muito maior.
Estou postando pois quero saber a opinião de vocês, muitos podem dizer que o gasto foi maior mas só aconteceu pois mais dinheiro foi gerado na modalidade Aluguel. Assim como é possível perceber como após 360 meses na modalidade Aluguel finaliza com mais dinheiro na mão.
Minha conclusão é que dependendo das taxas consideradas, principalmente de valorização do imóvel a linha fica muito tênue. Se a taxa de valorização de imóvel passar de 1,8% a coisa já muda de figura e alugar não vale mais a pena.
Eu continuo achando, que alugar é a escolha mais segura, mas os números me assustaram. E aí, o que acham?
-EDIT-
Para quem não entendeu a lógica da planilha, ela funciona da seguinte forma:
Aluguel: Vai iniciar com o valor da entrada investido em RF mais aportes mensais com o valor da diferença entre o valor da parcela do financiamento menos o valor do aluguel.
O valor das parcelas do aluguel são corrigidas pelo IGPM.
Ao final você terá dinheiro no Banco, uma dívida que é o valor do imóvel para compra a vista, e a quantia paga durante todo o período de aluguel.
Financiamento: O valor das parcelas seguem a metodologia de cálculo de cada tabela (SAC e PRICE) e o valor é corrigido pelo IGPM, deixei na planilha a possibilidade de corrigir pelo IPCA, INCC ou qualquer outro índice, mas usei IGPM por se tratar de imóvel usado.
A partir do momento em que a parcela fica menor que o valor do aluguel, essa diferença é considerada como aporte mensal para investimento em RF (isso só acontece para SAC).
Em cada mês você terá uma quantia no banco, uma dívida que é o valor que falta para pagar do financiamento, o valor do imóvel avaliado no momento e uma quantia que já foi paga durante o financiamento.
submitted by brunomocsa to investimentos [link] [comments]


2017.12.16 06:05 FatalError24 Análisis de reforma previsional, parte II: Impacto de bono compensatorio; comportamiento de la jubilación mínima contra la inflación (desde 2011); comparación entre la performance de ambas fórmulas para el período 2011-2017; análisis para la AUH.

Bueno, acá les traigo una segunda edición del análisis que compartí el jueves. Los excels correspondientes, como siempre, están aquí para las jubilaciones y aquí para las AUH (revisen siempre para corroborar que no hubo ningún error).
BONO COMPENSATORIO Y JUBILACIÓN MÍNIMA REAL EN EL TIEMPO En primer lugar, el tema del bono compensatorio: si bien no se oficializaron los números, trascendió en distintos medios que sería un monto fijo en marzo de $375 (algunos dijeron $300 pero vi 375 en su mayoría) para las jubilaciones mínimas por moratoria. Por lo que queda claro, este mayor valor de la jubilación de marzo no se tendría en cuenta para el aumento de junio (de lo contrario buscarían mantenerlo en los meses inmediatamente posteriores).
En caso de ser así, la jubilación mínima mantendría e incluso aumentaría en un 1.93% su poder adquisitivo en marzo con respecto al año anterior: se lleva una diferencia de $152 con respecto a lo que debería haberse llevado puramente por efecto inflacionario.
Ahora bien, en abril y mayo no hay aumentos ni monto compensatorio, por lo que al comparar con esos meses del año pasado hay una caída real del 1.94% y 0.56%. O sea que en abril, un jubilado recibe $152 menos de lo que le correspondería si se mantiene su poder adquisitivo de abril (se come la "ganancia" de marzo), y $42 en mayo.
Esto no obstante se recupera como ya sabemos con el aumento en junio, que ya da aumentos reales altos comparados con ese período, aunque en septiembre-noviembre hay otra caída real en términos interanuales.
Parecería entonces que esto es muy relativo por el hecho que las fórmulas juegen con el período temporal, y que un aumento/caída del poder adquisitivo interanual es una consecuencia estadística de este problema.
Por eso, les traigo acá una comparación de las jubilaciones reales mínimas desde el 2011, utilizando como base = 100 a la jubilación de enero del 2011 y el índice de inflación del IPC Congreso. Aquí vemos (con bono incluido para marzo de 2018) que la jubilación caería en abril-junio comparado también con ese período, pero que luego se estabilizaría alrededor del promedio que es un poco debajo de ese nivel.
Lo mismo ocurre desde una óptica cercana: la jubilación sube y baja en el período de cambio de fórmula hasta estabilizarse desde agosto.
TL;DR: Sigue habiendo pérdida de poder adquisitivo con la nueva fórmula en abril-mayo, pero luego parecería que en los siguientes períodos se estabilizará alrededor de la tendencia normal de la fórmula anterior.
COMPARACIÓN DE FÓRMULAS JUBILATORIAS DESDE 2011 A LA ACTUALIDAD:
Como se me complica estimar la fórmula actual para 2018, u/Aspartico me sugirió analizar cómo habrían sido las jubilaciones mínimas con la nueva fórmula.
El resultado es que como se viene diciendo en los medios, la fórmula nueva habría dado menores aumentos durante todo el período, aunque la diferencia es variable de acuerdo al momento del tiempo que se tome (nuevamente el tema del rezago temporal de una y otra fórmula).
Habría sido una diferencia de $357 en diciembre-febrero de este año, y de $698 en septiembre-diciembre (ver gráfico).
EL CASO DE LA AUH
Dado que el bono compensatorio será de $400 para la AUH (si es cierto lo que reportan los medios), y se da también por única vez sin ser considerado en la fórmula, tenemos el caso siguiente: en marzo de 2018 tendrá un aumento del 25%(!) respecto a marzo de 2017. Esto se da porque 400 es una cifra muy alta para una AUH que sería de $1500 con la nueva fórmula (es decir, $400 es poco para una jubilación mínima pero mucho para una AUH).
Esto no impide, al igual que en el caso de las jubilaciones, que se pierda poder adquisitivo en abril-mayo si se considera las AUH de ese período con el año anterior. Aunque esta caída es baja (1.71% y 0.32%), por lo que la caída no aminoraría la ganancia de poder adquisitivo en marzo gracias al bono.
Si bien también caen en septiembre-diciembre como las jubilaciones, el bono sigue cubriendo por sí mismo estas caídas (más el hecho que en los otros meses haya una ganancia extra de poder adquisitivo).
Si queremos ver esto en un contexto más amplio, también grafiqué la performance de una AUH real desde enero de 2011: en abril con la nueva fórmula llegaría a su mínimo histórico de poder adquisitivo, pero luego se estabilizaría alrededor de su tendencia histórica, también un poco por debajo del período base (aquí lo ven más de cerca).
TL;DR: Las AUH también pierden poder adquisitivo en algunos meses, pero el bono compensatorio les alivia más esa pérdida que a los jubilados. Considerando la historia de esta transferencia, se estabilizaría con la nueva fórmula alrededor de su promedio histórico.
Eso es todo. Si tienen alguna duda o consulta, comenten!
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2017.12.14 05:20 FatalError24 Análisis: Los jubilados ganan o pierden contra la inflación a partir de la reforma previsional que impulsa Cambiemos?

Ya me conocen y saben que me gusta aportar datos cuantitativos a las discusiones políticas. En el día de hoy les traigo algo que me parece súper relevante qué es la performance estimada de la jubilación mínima de acuerdo a la nueva fórmula con que se calculan los haberes.
Originalmente mi intención era también comparar las distintas jubilaciones de acuerdo a las dos fórmulas, pero por falta de datos (y de una buena estimación) de la recaudación tributaria del SIPA (uno de los factores que mueven las jubilaciones actualmente), me concentré simplemente en mostrar si al menos las jubilaciones van a sostener su poder adquisitivo.
Lo cual me parece que aporta mucho a la discusión, porque si bien es casi obvio que con la nueva fórmula los jubilados van a ganar menos dinero respecto a la fórmula previa, no queda claro si van a perder poder adquisitivo.
Para poner un poco de contexto si están desinformados: la fórmula actual establece por ley dos aumentos obligatorios, en marzo y septiembre. Esos aumentos se calculan en un 50% por la variación en el último semestre (último semestre del año pasado para el aumento de marzo, primer semestre del año corriente para el aumento de septiembre) de los precios o variación en el salario promedio (un índice que publica el ministerio de trabajo llamado RIPTE), la que de más alto; y en un 50% por la variación en el último semestre de recaudación impositiva del sistema previsional por beneficiario.
La nueva fórmula, por el contrario, establece cuatro aumentos al año y eliminaría el factor de la recaudación tributaria del SIPA, y se conformaría en un 70% por la tasa de inflación (medida por el IPC) y 30% por la variación del RIPTE.
Pero estas variaciones no se calcularán sobre el semestre anterior, como ocurría con la fórmula anterior. Esto significa que habrá 4 aumentos al año que cubrirán los aumentos de precios a lo largo de todo este período: un aumento en marzo basado en las variaciones de julio-septiembre del año pasado; un aumento en junio por las variaciones de octubre-diciembre del año pasado; un aumento en septiembre por las variaciones enero-marzo del año corriente; y un último aumento en diciembre por las variaciones abril-junio del año corriente.
Espero que haya quedado un poco más en claro. Ahora sí, yendo a los números, lo que hice fue estimar la inflación y variación del RIPTE (o salarios) para el año que viene.
La primera se espera que se esté desacelerando, dando una tasa de inflación anual del 15-16%. La estimé de forma relativamente constante a lo largo del año (obviamente no será así pero es difícil de saber). Los salarios tendrán (y seguramente sobreestime) como máximo un 20% de acuerdo a lo que se espera. Su variación la estimé en base a los comportamientos mensuales de los últimos años y un poco de ajuste de mi parte para acercarme a ese 20%.
Puede parecer engañoso pero probablemente precios y salarios tengan un comportamiento similar a lo que espera el mercado. En caso que no quieran confiar en mí, en el excel que adjunto más abajo dejé una columna en amarillo con los porcentajes de aumento mensuales, que pueden modificar a gusto y los resultados cambiarán automáticamente.
Ahora bien, cuáles serían los resultados? Bueno, por la forma en que funciona la nueva fórmula con aumentos trimestrales, los jubilados perderán poder adquisitivo en marzo con respecto al mismo período del año anterior (ya que en vez de recibir un aumento por el último semestre de 2017, sólo reciben un aumento por el tercer cuarto de 2017) que recuperarán en junio con aumentos por encima de la inflación, los cuales se mantendrán hasta septiembre donde volverá a ocurrir lo mismo.
Acá les adjunto link al Excel en Drive. Cualquier comentario es agradecido :)
TL;DR: Los jubilados pierden poder adquisitivo con respecto al mismo período anterior, en marzo-mayo y septiembre-noviembre (de alrededor del 1%). Ganan poder adquisitivo con respecto al mismo período anterior en junio-agosto y diciembre-febrero(2019) (de alrededor del 4%). Interanual ganan un 4.67% por encima de la inflación (lo cual no está lejos de las estimaciones del Ministerio del 5% para fin de año.
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